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Fusão Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3): por que o BofA diz que dividendos podem cair a zero?

Banco americano analisa os termos de troca de ações e adota cautela após a operação; confira

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

22/05/2025 | 9:15 Atualização: 22/05/2025 | 9:19

Marfrig (MRFG3) (Foto: Adobe Stock)
Marfrig (MRFG3) (Foto: Adobe Stock)

O Bank of America (BofA) está cauteloso em relação às ações da Marfrig (MRFG3) em meio à fusão com a BRF (BRFS3). As especialistas dizem que não incluíram as estimativas de sinergias pelo fato de o processo estar em uma fase inicial, por isso, elas preferem se manter céticas em relação ao negócio.

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A Marfrig e a BRF comunicaram ao mercado na quinta-feira passada (15) a assinatura de um protocolo que prevê a total incorporação das ações da BRF pela Marfrig. Com a transação, a BRF passará a ser uma subsidiária integral da Marfrig, que continuará listada no Novo Mercado da B3.

Segundo o documento, os acionistas da BRF receberão 0,8521 ações ordinárias da Marfrig para cada ação ordinária da BRF detida na data da consumação da incorporação. A fixação da relação de substituição considerou a distribuição de proventos de R$ 3,52 bilhões pela BRF e R$ 2,5 bilhões pela Marfrig, que será deliberada após o pagamento do exercício do direito de retirada por eventuais acionistas dissidentes.

  • Leia mais: Fusão entre Marfrig e BRF deve gerar economia anual de R$ 3 bi com fiscal

Os acionistas dissidentes da Marfrig poderão fazer jus ao direito de retirada pelo valor do patrimônio líquido por ação de R$ 3,32, tendo em vista as demonstrações financeiras aprovadas em 31 de março. Já para os acionistas dissidentes da BRF, o valor será R$ 19,89 por ação. A equipe do BofA comenta que se 50% o exercerem o direito, a BRF teria que recomprar 231 milhões de ações por R$ 19,89, totalizando R$ 4,6 bilhões, levando potencialmente os dividendos a zero e o índice a 0,841.

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“Em um cenário onde o exercício for de 40%, o reembolso seria de R$ 3,68 bilhões, a BRF não pagaria dividendos e a Marfrig pagaria R$ 2,5 bilhões. Nesse caso, o índice passaria para 0,9408. No entanto, acreditamos que um ajuste desproporcional de dividendos não faz sentido econômico”, explicam Isabella Simonato e Julia Zaniolo, que assinam o relatório do BofA.

BofA muda metodologia para avaliar ações de Marfrig e BRF

As analistas do BofA comentam que fizeram algumas mudanças na metodologia de cálculo do preço-alvo da empresa. Antes do anúncio da fusão, a avaliação era feita individualmente entre Marfrig e BRF. Agora, as especialistas estimam com 50% dos números baseados no lucro antes dos juros, tributos, depreciação e amortização (Ebitda) das duas empresas e os outros 50% no Fluxo de Caixa Descontado da companhia. Essa metodologia serve para contabilizar a fusão.

“Embora ainda haja partes móveis, assumimos agora os dividendos anunciados e um número diluído de ações para a preço-alvo com base na proporção definida de 0,8521. Não incluímos sinergias de R$ 10 bilhões, enquanto aguardamos maiores esclarecimentos sobre a execução”, dizem Isabella Simonato e Julia Zaniolo.

As analistas explicam que, com base no novo cálculo, elas estipulam que a nova empresa esteja negociada a 6,3 vezes seu valor sobre o Ebitda, enquanto JBS (JBSS3) é negociada a 4,9 vezes, mais barata que a concorrente. Outro ponto seria a liquidez, que fica no nível de 0,85, abaixo do considerado ideal por Simonato e Zaniolo.

“Nosso novo preço-alvo é de R$ 26,50, ante R$ 23 anteriormente. O novo número implica um potencial de valorização de 8%, mas os acionistas da Marfrig (antes da fusão) teriam direito a dividendos de R$ 2,94 por ações – yield (retorno) de 12%”, afirmam as analistas do BofA. A dupla tem recomendação neutra para as ações, pois prefere esperar novos desdobramentos sobre a fusão enquanto o papel é negociado a múltiplos elevados.

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