Outra empresa para ficar de olho é a Sabesp. Ontem, a companhia de saneamento fechou acordo com a Iguá para comprar o restante da Águas de Andradina e Águas de Castilho, assumindo o controle das concessões. Ainda em infraestrutura, a Cemig, que conseguiu a suspensão de uma liminar para o pagamento de quase R$ 1 bilhão ao seu fundo de pensão, também pode mexer com os negócios. JHSF, que assinou um memorando de entendimento com o Albert Einstein, é outra aposta no pregão, assim como o Carrefour, que está em vias de deslistagem na Bolsa de Valores.
Confira os destaques do mercado financeiro hoje:
A Sabesp firmou contrato com a Iguá Saneamento para adquirir 70% das ações da Águas de Andradina e Águas de Castilho assumindo, portanto, 100% do capital social. As empresas prestam serviços públicos de água e esgoto nos municípios de Andradina e Castilho, no Estado de São Paulo.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais suspendeu, até o trânsito em julgado da sentença de mérito, liminar que obrigava a Cemig a depositar R$ 912 milhões relativos ao déficit do Plano A de Previdência Complementar da Forluz.
Carrefour (CRFB3)
O grupo francês Carrefour anunciou dividendos ordinários e especiais após deliberação em assembleia geral. O provento ordinário será de 0,92 centavos de euro por ação, conforme previsto em comunicado de 23 de maio. Além disso, a empresa declarou um dividendo especial no valor de 163 milhões de euros, o que corresponde a 0,23 centavos de euro por ação – veja mais detalhes aqui.
A JHSF Participações assinou um Memorando de Entendimentos (MOU) com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para a instalação de uma unidade de serviços médicos e ambulatoriais na expansão do Complexo Boa Vista, no Boa Vista Village, no interior de São Paulo.
Automob (AMOB3)
A partir de hoje, as ações de emissão da Automob passam a ser negociadas de forma exclusivamente grupada.
A diretoria executiva da Petrobras aprovou a realização da oitava emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em até três séries, da espécie quirografária (que não desfruta de privilégios ou preferências), no valor de R$ 3 bilhões. A informação havia sido antecipada pela Coluna do Broadcast. Os recursos serão usados para investimentos em projetos prioritários a serem definidos.
As ações da Azul devem seguir refletindo o pedido de recuperação judicial nos EUA, conhecido como Chapter 11, neste último dia em que os papéis da companhia aérea farão parte dos índices da B3. Em decorrência do processo, tanto a Fitch quanto a S&P rebaixaram os ratings (notas) de longo prazo e de crédito de emissor da Azul.
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*Com colaboração de Marcia Furlan