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Mercado

Mercado hoje: semana começa com expectativa sobre pagamento dos dividendos extras da Petrobras (PETR3; PETR4), decisão de juros no Japão e indicadores econômicos americanos e europeus

No Brasil, balanços do primeiro trimestre da Vale e Usiminas serão monitorados. Confira a agenda da semana

Por Silvana Rocha e Maria Regina Silva

22/04/2024 | 8:20 Atualização: 22/04/2024 | 8:34

Painel do Ibovespa (Foto: Werther Santana/Estadão)
Painel do Ibovespa (Foto: Werther Santana/Estadão)

A semana começa com os mercados digerindo a decisão do Conselho de Administração (CA) de autorizar o pagamento de 50% dos dividendos extras da Petrobras (PETR3; PETR4) e de olho nas negociações em torno do fiscal, da pauta-bomba. Tem ainda participação de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), em evento, e o lançamento do programa Acredita, do Governo Federal, para estimular o crédito.

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Aqui, a temporada começa com Usiminas (USIM3), seguida por Vale (VALE3). Nos EUA, hoje, sai o índice de atividade do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de Chicago, mas ao longo dos próximos dias sairão o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre do país e o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês).

Também haverá decisão de juros no Japão e divulgação de Índices de Gerentes de Compras (PMIs) europeus, americanos e do Japão, além do lucro industrial chinês. A safra de balanços será movimentada principalmente pelos números da Meta, Microsoft, Alphabet e Tesla.

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Os índices de ações do ocidente avançam, após as recentes perdas. Wall Street indica que poderá se recuperar das quedas passadas, em dia de agenda esvaziada mas que ganhará força à frente. As bolsas europeias sobem com mais ímpeto em sua maioria, em meio a um alívio das tensões no Oriente Médio, o que alivia o petróleo. Em Lisboa, a ação da Galp disparou, após atualização positiva da petrolífera portuguesa sobre campanha exploratória na Namíbia. Já as bolsas asiáticas se recuperam parcialmente.

Os investidores aguardam balanços de grandes bancos nos próximos dias na Europa e de big techs nos EUA, além de monitorarem eventuais sinais de política monetária. Hoje, sai o dado preliminar de confiança do consumidor da zona do euro e tem a participação da presidente do Banco Central Europeu (BCE) Christine Lagarde em evento.

Em mais de uma ocasião na semana passada, Lagarde sugeriu que o BCE poderá cortar juros em junho se houver confiança suficiente de que a inflação está convergindo para a meta oficial. Nos EUA, ainda há contínuos temores de que os juros tenham de seguir restritivos por mais tempo para controlar os preços. Por lá, os diretores estão em período de silêncio antes da reunião de política monetária (30/4 e 1º/5). Assim, nesta segunda, os rendimentos dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) avançam, depois de cederem na sexta-feira (19), e o dólar opera perto da estabilidade.

Agenda econômica no Brasil

A alta dos índices futuros de Nova York pode estimular o Ibovespa na abertura. Contudo, uma eventual valorização tende a ser limitada pelos riscos fiscais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, antecipou sua volta ao Brasil dos Estados Unidos para tentar pessoalmente desarmar a “pauta-bomba” no Congresso, que pode gerar uma despesa extra de R$ 70 bilhões neste ano.

Outra fonte de baixa é o recuo do petróleo, o que pode instigar ajuste às ações da Petrobras (PETR3; PETR4). Os papéis subirem na sexta-feira (19), em meio a relatos de que a estatal vai liberar parte dos dividendos extraordinários, o que de fato foi confirmado à noite pela empresa.

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Além disso, ficam no radar a queda de 0,06% do minério de ferro em Dalian, na China, informações de que o governo estuda mudar o arcabouço legal da mineração para forçar empresas do setor a explorarem, de fato, suas unidades produtivas e as incertezas sobre o impacto de Brumadinho na Vale.

A alta dos juros dos Treasuries pode pesar na curva interna, que ainda pode reagir às palavras de Roberto Campos Neto, em evento, e ainda avalia as medidas de crédito do governo brasileiro. Já o dólar pode operar de forma moderada, em linha com o exterior.

Agenda da semana

Hoje, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, palestra em evento online da Legend Capital (11h15). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança programa Acredita, que vai reestruturar parte do mercado de crédito no Brasil com medidas voltadas a micro, pequenas e médias empresas (10h). Nesta terça-feira (23), começa a divulgação de resultados corporativos do primeiro trimestre, com Usiminas, antes da abertura dos mercados. Na quarta-feira (24), será a vez da Vale e Assaí (ASAI3), após o fechamento da B3. Na sexta-feira (26), sairá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril (9h).

Nesta segunda-feira, o Fed de Chicago divulga o índice de atividade nacional de março (9h30) e a presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de evento (12h30). À noite, o Japão divulga seus PMIs (20h). No dia seguinte, sairão os PMIs europeus e dos Estados Unidos, que ainda informará a primeira leitura do PIB no primeiro trimestre, na sexta-feira. No mesmo dia, serão divulgados o PCE de março americano e à noite, sairá o lucro industrial chinês (22h30). Ainda haverá decisões sobre juros na Turquia e no Japão. Na seara de balanços dos EUA, destaque para a divulgação das gigantes Meta, Alphabet, Microsoft e Tesla.

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