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Mercado

Mercado hoje: Haddad, Campos Neto e Picchetti no G20, dados de emprego americanos e falas de dirigentes do Fed são destaque nesta quinta-feira

No Brasil, privatização da Sabesp e impacto do petróleo e minério de ferro na Bolsa serão monitorados

Por Silvana Rocha e Maria Regina Silva

18/04/2024 | 8:16 Atualização: 18/04/2024 | 8:16

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Os destaques da agenda econômica desta quinta-feira (18) são a entrevista coletiva de imprensa do G20 (grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia), em Washington, do ministro Fernando Haddad (Fazenda), do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e do diretor do BC Paulo Picchetti.

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Ainda ficam no radar os pedidos semanais de auxílio-desemprego norte-americanos e discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e dos bancos centrais da Europa.

O tom é de otimismo moderado nos mercados internacionais, com alguns se ajustando a recentes perdas, caso dos índices futuros de ações de Nova York. Os rendimentos dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) dão sequência à queda da véspera, depois da alta anterior, enquanto os investidores esperam discursos de dirigentes do banco central americano, que poderão ajudar a calibrar as apostas para os juros dos EUA.

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Na quarta-feira (17), a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, voltou a destacar que os juros podem ficar inalterados por mais tempo, caso o processo de desaceleração da inflação fique estagnado.

Na Europa, hoje, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, sinalizou que a instituição poderá cortar juros em junho se houver mais evidências de que a inflação da zona do euro está caminhando para a meta oficial de 2% de forma sustentável.

Enquanto também esperam falas de autoridades monetárias da Europa, as bolsas europeias ampliam ganhos da véspera e o dólar cai em relação a outras moedas fortes. Já o petróleo recua, em meio ao risco menor de uma guerra mais ampla no Oriente Médio.

A maioria das bolsas da Ásia e do Pacífico fechou em alta, com algumas delas interrompendo uma sequência de perdas recentes em meio à demanda por barganhas.

Agenda econômica no Brasil

Os ativos domésticos podem se ajustar ao ambiente externo e vão focar em Roberto Campos Neto e Haddad. Além disso, principalmente a curva futura deve ecoar as palavras duras do presidente do BC, Roberto Campos Neto, na véspera, sugerindo uma taxa Selic terminal mais elevada. Ele disse que as dúvidas externas podem levar a uma taxa de juros maior nos Estados Unidos, trazendo “muitas consequências” para o Brasil.

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A despeito de considerar que o País tá melhor preparado, afirmou que isso não significa que não haverá alguma reprecificação. A leitura do mercado é de que o BC abandonou a sinalização, o chamado forward guidance (projeção utilizada para influenciar as expectativas do mercado), sugerindo uma redução do ritmo de queda da Selic de 0,50 ponto para 0,25 ponto porcentual no próximo Comitê de Política Monetária (Copom).

Além da cautela com relação aos juros, no Ibovespa pode pesar o recuo do petróleo, mas sentir algum alívio na alta de 3,07% do minério de ferro e o primeiro passo para privatização da Sabesp (SBSP3). E o dólar fraco no exterior pode dar espaço para recuo por aqui.

Agenda do dia

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto e o diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do BC, Paulo Picchetti, participam de coletiva de imprensa do G20, em Washington. Nos EUA, sai o número de pedidos de auxílio-desemprego.

Michelle Bowman (10h05), John Williams (10h15) e Raphael Bostic (12h), do Fed, falam hoje. Há discursos ainda de dirigentes do Banco da Inglaterra (12h) e do Banco Central Europeu (14h30).

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