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Mercado

Mercado projeta inflação e juros mais altos com discurso de Trump e dificuldades no Brasil; veja primeiras análises

Fala de Trump mantém projeções de juros mais elevados nos EUA, dificultando trabalho do BCB

Por Leo Guimarães

20/01/2025 | 15:53 Atualização: 20/01/2025 | 19:52

Bitcoin, que realizou após o discurso pela frustração das expectativas de anúncio por Trump. Foto: AdobeStock
Bitcoin, que realizou após o discurso pela frustração das expectativas de anúncio por Trump. Foto: AdobeStock

Após o primeiro discurso de Donald Trump como o 47º presidente dos Estados Unidos, analistas afirmam que a postura do bilionário, que disse que o país viverá uma “Era de Ouro”, reforça a visão do mercado de mais pressão inflacionária, e juros mais elevados, o que também pode afetar países como o Brasil.

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Com a bolsa americana fechada pelo feriado de Martin Luther King, o mercado brasileiro reagiu pouco: o petróleo manteve-se próximo a estabilidade e o Bitcoin caiu pela ausência de anúncios relacionados a reservas estratégicas no ativo.

O novo presidente americano também fez referência a outros países, ao citar o Golfo do México, que passará a ser chamado de Golfo da América. Ele ainda citou a China, ao criticar a gestão do Canal do Panamá: “a China está usando o canal. Nós não o demos para a China, demos para o Panamá. Vamos tomá-lo de volta.”

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Tanto o México quanto a China apareceram como alvos em suas críticas durante a campanha. Trump frequentemente acusou a China de explorar os EUA em acordos comerciais, manipular sua moeda para obter vantagens econômicas e desafiar a influência americana globalmente.

A citação ao México reflete a retórica nacionalista de sua campanha, na qual ele enfatizava a necessidade de reestabelecer a primazia dos Estados Unidos em relação aos países vizinhos.

Confira as primeiras análises sobre o discurso de posse de Donald Trump e sua repercussão no mercado:

Marcos Moreira, sócio da WMS Capital

“Nossa visão é que o discurso veio conforme o esperado, reforçando o patriotismo americano e as principais medidas da corrida presidencial do republicano, como expulsão de milhares de imigrantes ilegais no país e que as tarifas sobre importações será uma poderosa arma para enriquecer o cidadão americano”.

“Acreditamos que essas são medidas que podem impactar diretamente a economia, gerando pressão inflacionária, dado o mercado de trabalho americano, que já está em um dos menores níveis de desemprego dos últimos 50 anos, e a aceleração econômica que deve ser gerada como consequência das tarifas impostas sobre outros países, como China, Canadá e México”.

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“Essas medidas devem manter as projeções de juros mais elevados nos Estados Unidos, dificultando o trabalho do Banco Central brasileiro em combater a inflação esperada para 2025″.

Luis Otávio Leal, economista-chefe da G5 Partners

O fato de Trump não ter dado muita ênfase na questão das tarifas, não significa que ele as esqueceu. Os primeiros passos estão sendo dados com acriação da “receita federal das tarifas” e decreto de emergência energética para mitigar choques inflacionários. A questão do Canal do Panamá, apesar de polêmica, busca reduzir custos para navios rumo aos EUA, compensando efeitos das tarifas.

Para o Brasil, os impactos incluem o esvaziamento da COP 30 em Belém, refletindo a mudança nos rumos dos EUA, e o risco de maior alinhamento entre Trump e Xi Jinping. Um possível aumento nas compras de produtos agrícolas americanos pela China pode deslocar a demanda chinesa do Brasil para os EUA, afetando 30% das exportações brasileiras.

André Barbosa, especialista em investimentos

“Após declarações polêmicas na campanha, investidores esperavam um tom mais moderado de Trump após a posse, mas se frustraram. O discurso repetiu críticas a Biden e promessas de colocar os EUA em primeiro lugar, sem grandes novidades. Ele reafirmou medidas como declarar emergência na fronteira sul, deportar ilegais, priorizar energia, aplicar tarifas, eliminar censura, resgatar o Canal do Panamá e reforçar a hegemonia militar do país”.

“Com a bolsa americana fechada pelo feriado de Martin Luther King, o mercado reagiu pouco. O petróleo ficou estável, enquanto o bitcoin caiu após frustração por falta de anúncio de reserva estratégica no ativo. A direção dos mercados deve ficar mais clara com detalhes das medidas”.

Paula Zogbi, gerente de Research e head de conteúdo da Nomad

O discurso trouxe temas amplamente esperados e deixou outros sem grandes esclarecimentos. As tarifas de importação, tema central na campanha, não foram protagonistas no discurso de posse.

Trump prometeu rebalancear o comércio com impostos a países estrangeiros, reforçando a política “America First”. Tarifas de importação podem gerar choques inflacionários, elevando preços e complicando a política monetária do Fed, que mantém juros altos, que é negativa para os ativos de risco. Conversas com a China trouxeram alívio, mas é importante acompanhar as falas do novo presidente nos próximos dias.

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Políticas anti-imigração de Trump, como emergência na fronteira e deportações, podem pressionar salários e gerar inflação duradoura, já que imigrantes representam 20% da força de trabalho e recebem salários abaixo da média nacional. Trump anunciou planos de declarar emergência nacional em energia, visando maior produção de petróleo e gás. A expectativa de reversão de restrições de Biden derruba o preço do petróleo, ligado ao “Trump Trade”.

Sidney Lima, da Ouro Preto Investimentos

O discurso apresentou pontos que podem gerar grande impacto no mercado financeiro. Sua ênfase na exploração de petróleo e gás pode pressionar os preços do petróleo no curto prazo, beneficiando consumidores, mas prejudicando empresas de energia renovável. A declaração de emergência nacional e a promessa de deportações em massa afetariam setores dependentes de mão-de-obra imigrante, como construção e agricultura, gerando volatilidade.

A retórica nacionalista e protecionista de Trump, incluindo a proposta de retomar o controle do Canal do Panamá, pode gerar incertezas no comércio internacional, prejudicando empresas expostas ao mercado global. Além disso, sua agenda fiscal expansionista, com cortes de impostos e aumento de gastos públicos, pode resultar em maior endividamento, influenciando a política monetária do Federal Reserve e gerando volatilidade nos mercados de juros e crédito.

Angelo Belitardo, da Hike Capital

No discurso, Trump sinalizou algumas ideias principais que ele já colocaria em prática logo no início do governo, dentre elas seria a deportação em massa de imigrantes ilegais. Então, ele já vem assinando diversos documentos e vem declarando que irá tomar medidas para proteger o emprego do cidadão americano.

Adicionalmente, ele sinalizou que adotará medidas para impulsionar o mercado automotivo lá nos Estados Unidos e até mencionou a seguinte expressão, “todos os americanos vão comprar carro”, então deixou bem claro, seja por meio de redução de impostos ou de incentivo às montadoras locais.

 

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