Nos mercados, no entanto, o fôlego é curto após ganhos sequenciais nas últimas sessões. Na Europa e EUA, os índices oscilam sem direção única, próximos da estabilidade.
Por aqui, o Ibovespa tenta realizar parte dos lucros dos últimos cinco pregões, mas com pouca convicção em virtude da descompressão de risco continua observada no lado macroeconômico doméstico e norte americano.
Além disso, a alta do minério de ferro nesta madrugada na China, o crescimento das vendas no varejo no Brasil em setembro e a aprovação do texto da reforma tributária na CCJ do Senado, ontem, são fatores que também estimulam o apetite por risco na sessão.
Desta forma, às 13h40, o principal índice da B3 caia 0,23%, aos 118.952 pontos, na mínima do dia, com avanço do dólar frente ao real de 0,33%, cotado a R$ 4,89. Já nos juros, o movimento era de queda generalizada ao longo da curva a termo, acompanhando os Treasuries.
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