Vale lembrar que a disparada dos ativos ontem (11) foi impulsionada por novos dados que mostraram um mercado de trabalho ainda pressionado e uma inflação relativamente contida nos Estados Unidos, reforçando a perspectiva de pelo menos três cortes de juros nas próximas reuniões do banco central americano.
Nos demais mercados, o dólar interrompe duas sessões de queda frente a outras moedas, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam.
Os contratos futuros do petróleo também sobem, em movimento oposto ao do minério de ferro, que registrou leve recuo de 0,06% na madrugada em Dalian, cotado a US$ 112,30 por tonelada.
No cenário doméstico, além do movimento de ajuste no exterior, investidores acompanham com cautela possíveis repercussões políticas após declarações do secretário de Estado americano, Marco Rubio. Ele afirmou que os Estados Unidos responderão ao resultado do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que pode adicionar volatilidade aos ativos locais nesta sexta-feira (12).