Em nota, a Calastone destacou que se trata de uma expansão de mercado permitida pela Resolução 175 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o novo marco regulatório de fundos de investimentos no Brasil, que agora permite que investidores pessoa física acessem produtos que antes eram disponibilizados apenas a investidores qualificados, como os fundos que investem 100% no exterior. E, também, de um esforço da Mirae em sair na frente na corrida de gestoras e corretoras para ampliar o portfólio oferecidos a clientes.
“Acompanhando os recentes desenvolvimentos regulatórios no Brasil, esta conexão com a rede global Calastone representa um marco fundamental para a operação da Mirae Asset no país. Podemos agora fornecer uma rota de baixo custo para exposição direta ao mercado de fundos offshore”, diz em nota Taekoo Kim, CEO da Mirae Asset Wealth Management Brasil.
A Calastone já havia anunciado recentemente a sua parceria no Brasil com o JPMorgan. Assim, a Mirae Asset será a segunda corretora no Brasil a se conectar à rede global.