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Mercado

Lucro bilionário e dividendos de centavos: Nvidia (NVDA) vale mesmo a pena?

Preço da ação já subiu 68,19% em 2024 e agora a empresa já vale mais que a dona do Google em valor de mercado

Por Daniel Rocha

27/02/2024 | 15:08 Atualização: 27/02/2024 | 15:18

(Imagem: H_Ko em Adobe Stock)
(Imagem: H_Ko em Adobe Stock)

A Nvidia (NVDA) atraiu mais uma vez a atenção dos investidores ao entregar resultados acima das expectativas do mercado. Em seu balanço, divulgado na última semana, a fabricante de chips reportou um lucro líquido de US$ 12,2 bilhões, equivalente a R$ 60,8 bilhões ao levar em consideração a cotação desta segunda-feira (26). O volume é oito vezes maior ao lucro reportado no mesmo período do ano anterior.

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Os números ajudam a companhia ultrapassar outras big techs, como a Alphabet (GOOGL), em valor de mercado – a Nvidia também passou a valer mais do que todas as ações da Bolsa brasileira juntas –, mas a sua magnitude ainda não é capaz de gerar proventos da mesma proporção aos investidores.

Segundo o último balanço da Nvidia, os resultados exponenciais da companhia se resumiram no pagamento de US$ 0,04 por ação em dividendos ao investidor. Os proventos serão pagos no dia 27 de março para todos os acionistas com posição acionária até a próxima terça-feira (6).

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O valor é bem menor em comparação a de outras big techs. De acordo com os dados da Economatica, a Microsoft (MSFT) distribuiu em 2023 cerca de US$ 2,79 por ação em proventos aos seus acionistas. Já a Apple (AAPL) pagou o equivalente a US$ 0,95 durante o mesmo período.

Henrique Vasconcellos, sócio e analista de ações da Nord Research, explica que há alguns porquês para o baixo valor de distribuição de proventos. Por se tratar de uma ação classificada de crescimento, os recursos são utilizados para o desenvolvimento de novos produtos da empresa. “Há uma competição intrínseca ao setor de chips. A Nvidia precisa sempre estar criando um chip novo e mais potente do que o anterior. Caso contrário, a concorrência alcança e ultrapassa a sua tecnologia”, afirma Vasconcellos.

Para o investidor brasileiro que possui o BDRs (Brazilian Depositary Receipts, título emitido no Brasil que representa a ação de companhia sediada no exterior) da big tech na carteira, o ganho é ainda menor. Isso porque uma ação da Nvidia equivale a 48 BDRs em negociação na B3. Ou seja, os proventos a serem pagos serão proporcionais à posição do investidor na companhia. “O BDR é um recibo lastreado em uma ação negociada no exterior e não necessariamente essa razão é de um para um (uma ação gera um BDR). Até podem existir casos assim, mas são raros”, diz Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research.

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O investidor também precisa levar em conta as tributações que corroem parte do lucro. A legislação dos Estados Unidos estabelece uma alíquota de 30% em cima dos proventos pagos a investidores estrangeiros. Há ainda as cobranças do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 0,38% em cima do valor enviado ao Brasil e da taxa custodiante da corretora responsável pela operação. “O investidor deverá também considerar as taxas do custodiante no exterior, que podem variar de 3% a 5% sobre o valor dos dividendos”, diz Júlia Vituli, advogada do escritório Candido Martins.

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Os dividendos também possuem a cobrança de alíquotas de Imposto de Renda (IR), por meio do carnê-leão. Por isso, os investidores precisam ficar atentos às prestações de contas com a Receita Federal ao declarar os seus investimentos. A boa notícia é que há formas de reduzir o peso dos impostos sobre os lucros. “O Brasil e os Estados Unidos têm acordo de reciprocidade, de modo que é possível compensar, no Brasil, o imposto retido nos Estados Unidos”, acrescenta Vituli.

A Nvidia serve para qual perfil de investidor?

As ações da Nvidia, que acumulam alta de 68,19% em 2024, não são destinadas para os investidores focados em dividendos. Além dos descontos em cima do provento, há outras empresas, inclusive brasileiras, que oferecem aos seus acionistas pagamentos mais interessantes. Ainda de acordo com a Economatica, a Petrobras (PETR3; PETR4) e a Vale (VALE3), que possuem juntas um valor de mercado equivalente a 8,7% do tamanho da Nvidia, foram responsáveis por distribuir R$ 7,25 e R$ 6 em proventos por ação em 2023.

“É preciso ter um perfil arrojado [para se posicionar em Nvidia], pois a ação tem alto potencial de crescimento devido a certos pontos: alta demanda da empresa, ascensão do mercado de inteligência artificial, empresa está consolidada no setor de tecnologia, crescimento acelerado e alta volatilidade”, destaca Gianluca Di Mattina, especialistas em investimentos da Hike Capital.

  • Nvidia triplica valor graças à IA. Até onde a ação deve chegar?

As características afastam as recomendações de investimento para as ações. A Nord Research, por exemplo, prefere outras companhias do setor de semicondutores devido ao forte crescimento dos papéis da Nvidia nos últimos meses. A empresa já está precificada para uma entrega de resultados beirando a perfeição. Ou seja, caso dê uma “patinada” o papel vai sofrer”, afirma Vasconcellos.

A Kinea Investimentos possui a mesma percepção. A gestora enxerga um melhor risco-benefício para as ações da TSCM (TSM) e da Broadcom (AVGO) ao considerar considerar o valuation (valor do ativo) e as expectativas do mercado para as companhias.

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