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Oi (OIBR3) acerta acordo com credores. O que fazer com as ações?

Mesmo após a primeira recuperação judicial, a Oi segue com dívida de R$ 35 bilhões

Por Artur Scaff

03/03/2023 | 10:41 Atualização: 03/03/2023 | 13:09

Foto: Shutterstock/Gajus/Reprodução
Foto: Shutterstock/Gajus/Reprodução

A Oi (OIBR3), empresa brasileira de telecomunicações que entrou em recuperação judicial pela segunda vez em sua história, informou no fim da noite de quinta-feira (2) que chegou a um acordo com um grupo de credores, no valor de US$ 275 milhões, segundo informações do Broadcast.

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O financiamento será feito no intuito de atender às necessidades de curto prazo de financiamento, antes que os créditos a longo prazo possam ser acessados pela operadora.

A companhia acredita que a proposta de reestruturação irá melhorar seu balanço patrimonial e proporcionar valor a longo prazo a todos os seus stakeholders. A Oi também informou que pretende celebrar um acordo de apoio à reestruturação e de lockup com a maioria dos credores financeiros para facilitar a implementação da proposta de reestruturação.

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“Dado o nível de apoio à proposta de reestruturação recebido até o momento, a Oi se diz ‘bastante confiante’ que apresentará um plano de recuperação judicial viável para implementar a proposta de reestruturação de maneira satisfatória a todos os stakeholders no curto prazo”, informou o Broadcast.

A telefônica também informou que recebeu da V.tal uma “proposta firme” de apoio ao plano, no que diz respeito aos créditos relacionados ao Acordo de Cessão de Direito de Uso de longo prazo “Take-or-Pay” detidos originalmente pela Globenet contra a Oi.

“Esta proposta de apoio ao plano indica o compromisso da V.tal em aderir a uma proposta de Plano de Recuperação Judicial, concedendo à Companhia um desconto de 50% em todas as obrigações futuras de 2025 a 2028 previstas no LTLA, desde que determinadas condições sejam atendidas”, ressalta a Oi.

O acordo tem como determinação o pagamento de 44% dos créditos pós-desconto por meio de dação em pagamento, com o recebimento de um valor mínimo de infraestrutura de cabos de rede desativada, juntamente com o acolhimento da responsabilidade por todos os custos de extração e monetização da infraestrutura que a empresa venderia como sucata. Os demais créditos serão pagos de 2025 a 2028, com os descontos acordados já aplicados.

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Esta proposta será analisada pela companhia, uma vez que ela indica uma redução significativa dos passivos não-financeiros futuros da Oi.

O que o acionista deve fazer?

O investidor deve tomar muito cuidado com todas as aplicações que ele fizer em bolsa, principalmente se ele considerar fazê-las em uma empresa que está passando por sua segunda recuperação judicial. Para o analista de ações da Levante Ideias de Investimento, Flávio Conde, o investidor deve ficar longe dos papéis da Oi.

“A Oi é um caso quase sem solução. A empresa tentou, e pareceu que ia conseguir se sair bem depois de vender a Oi Móvel, mas a dívida dela continua muito alta perante a geração de caixa”, afirmou.

A Oi fechou a quinta-feira (2) com queda de 21.67% em seus papéis, que terminaram o dia cotados a R$ 1,59.

Andre Fernandes, head de Renda Variável e sócio da A7 Capital, também recomenda distância dos papéis. “Toda empresa que pede recuperação judicial acaba vendo um impacto negativo na cotação de suas ações. Isto ocorre pois o pedido sinaliza ao mercado que a empresa está em sérias dificuldades para lidar com suas dívidas e isso representa um grande risco para quem quer investir nos papéis”,

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