• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Quem será a nova Oi (OIBR3 e OIBR4) do mercado financeiro?

Mesmo em recuperação judicial, a companhia atrai muita atenção dos investidores. Analistas comentam as perspectivas para as ações

Por Isaac de Oliveira

13/11/2020 | 7:23 Atualização: 13/11/2020 | 21:13

Foto: Paulo Whitaker/Reuters
Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Quem será a nova Oi (OIBR3 e OIBR4)? Essa é uma pergunta que muitos investidores devem fazer depois de um ano com tantos eventos e boas notícias envolvendo a companhia.

Leia mais:
  • As perspectivas para as ações da Oi após plano de recuperação ser homologado
  • Após 12h, assembleia da Oi aprova mudança em plano de recuperação
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na noite desta quinta-feira (12), a Oi reportou prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre, uma queda de 54,1% em relação à perda registrada no mesmo período de 2019, quando atingiu R$ 5,7 bilhões.

“Os resultados são um claro sinal de que a Oi está caminhando na direção certa, principalmente em relação a implantação da fibra, que já alcançou taxa de ocupação de 22,2% e ARPU (sigla em inglês para receita média por usuário) acima do esperado”, diz Flávia Meireles, analista da Ágora Investimentos. “Esse é o ponto mais importante, já que a fibra deve impulsionar um crescimento sustentável da receita nos próximos anos, juntamente com a expansão da margem”, completa.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Os anos de incertezas geradas pelo processo de recuperação judicial, iniciado ainda em 2016, refletiram em queda nas ações. A desvalorização foi tão brusca ao ponto de os papéis serem dados como “brinde”. Apesar do saldo negativo que acumula na B3, a Oi ainda gera curiosidade no mercado: a empresa foi a mais buscada por internautas no Google em setembro, com mais de 1 milhão de volume de busca.

O plano de recuperação judicial, que foi virado do avesso após a homologação de aditivo em outubro, deve transformar por completo a grande empresa criada nos anos 2000, focada principalmente em telefonia móvel. Com as mudanças, a Oi foi fatiada em unidades de negócio menores, que deverão ser vendidas para abater a dívida bilionária. A expectativa é concluir a recuperação em maio de 2022. Se tudo ocorrer como planejado, a Oi diminuirá de tamanho e focará apenas em fibra ótica.

“É uma das maiores reviravoltas empresariais recentes, dado o tamanho da recuperação e o que a nova administração conseguiu fazer”, avalia Eduardo Guimarães, especialista em ações na Levante Ideias de Investimentos.

Ao longo deste ano, a companhia conseguiu êxito em operações importantes. Em janeiro, por exemplo, houve a venda da participação da Oi na operadora angolana Unitel, por US$ 1 bilhão. Os recursos ajudaram a melhorar o fluxo de caixa da companhia, que viria a ser afetada meses depois pela crise de coronavírus, assim como as concorrentes.

Publicidade

A cereja no bolo foi a vitória da companhia na assembleia geral de credores, em setembro, ocasião em que foi aprovado o aditamento do plano de recuperação. Ponto à favor da companhia, e que gerou embate com os bancos credores, foi o desconto de cerca de R$ 400 milhões na dívida, cuja nova soma de débitos caiu para R$ 65 bilhões.

Como ficará a empresa após o plano de recuperação

Com a aprovação do “novo” plano de recuperação, a Oi foi estruturada em quatro unidades produtivas isoladas (UPIs). Na prática, dividiram os ativos da companhia de acordo com os segmentos de telecomunicação em que atua. O objetivo é vender boa parte desses ativos e capitalizar pelo menos R$ 22,8 bilhões para amortizar a dívida.

A principal operação será a venda da sua rede móvel, pela qual o trio de concorrentes Claro, Tim (TIMP3) e Vivo (VIVT4) lançou a proposta de R$ 16 bilhões. A oferta ganhou preferência depois de superar a da norte-americana Highline, de R$ 15 bilhões. Apesar de ainda necessitar do aval dos órgãos reguladores, analistas do mercado avaliam que a operação não deverá ser barrada e que a operação já foi precificada nas ações.

“A aprovação do Cade já está no preço, pois o mercado espera que vá sair. Caso não tenha aprovação, haverá decepção e as ações caem”, afirma Guimarães.

Além da rede móvel, outras unidades deverão trazer reforço de capital para o caixa da companhia, como a venda de torres de transmissão, estimada em R$ 1 bilhão, e de data centers, orçados em R$ 325 milhões. O leilão para venda dessas duas UPIs está marcado para o próximo dia 26 de novembro.

O que esperar das ações em 2021

Se em 2020 as ações da empresa ficaram muito dependentes dos desdobramentos de eventos, como a venda de ativos na Angola e as incertezas sobre a aprovação do novo plano de recuperação, 2021 deverá ser um ano com menos intempéries.

Publicidade

A Oi já revelou que aspira ser o maior player de mercado na fibra ótica. A principal mudança do plano de recuperação foi separar esse segmento em uma unidade produtiva isolada, que será a criação da subsidiária InfraCo. A companhia pretende vender de 25% a 51% do capital da subsidiária, o que poderá gerar pelo menos R$ 6,5 bilhões, segundo a própria tele.

Os investidores vão concentrar as atenções na busca por um novo sócio. Ou seja, é esse resultado que pode trazer algum efeito para o papel, seja de alta ou baixa. Segundo a Oi, interessados não faltam. Especula-se, que a Highline, que perdeu a disputa pela rede móvel, já teria demonstrado interesse na fibra.

“Temos uma visão otimista para a Oi daqui para frente”, afirma Meireles, que tem recomendação de compra para o papel OIBR3 e preço-alvo de R$ 3,10. “Vemos um caminho mais sustentável para a empresa, principalmente com a implantação da fibra ótica, e com a redução da alavancagem (endividamento) após a venda de ativos”, diz a analista da Ágora.

Apesar do otimismo, é preciso ter cautela com o papel, uma vez que a empresa ainda encontra-se em recuperação judicial. O ano de 2020 foi de muita especulação e sem maiores desdobramentos em 2021, o ativo pode ficar menos volátil.

Publicidade

“O ano de 2020 foi importante para a empresa porque direcionou melhor como as coisas vão acontecer. Mas mas fica o meu reforço que é uma visão para longo prazo”, diz Régis Chinchila, analista da Terra Investimentos.

O analista lembra que a forte procura pelo papel se deve também ao baixíssimo patamar de preço, que em alguns dias ficou abaixo dos R$ 0,50.

Guimarães, da Levante, considera os esforços assumidos pela empresa, mas não tem recomendação de compra. “Ainda é muito arriscado investir na Oi. Preferimos outras empresas que estão com a casa mais arrumada. Com fibra ótica, pode ser mais interessante no futuro, com o negócio ficando mais claro”, diz Guimarães.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Oi ON (OIBR3)
Cotações
15/01/2026 18h57 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 18h57 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 2

    FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

  • 3

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 4

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 5

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Últimas: Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil
Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil

Nomeação de Mauricio Teixeira surpreende analistas, mas XP destaca experiência diversificada e vê continuidade na estratégia financeira da Vibra (VBBR3)

15/01/2026 | 12h06 | Por Isabela Ortiz
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?
Mercado
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

Fundo garantidor esclarece que Reag não emitia produtos bancários; clientes são cotistas de fundos, não credores da instituição

15/01/2026 | 11h30 | Por Isabela Ortiz
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
Mercado
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?

Decisão do Banco Central que retirou a CBSF (ex-Reag DTVM) do mercado reacende discussões sobre o regime de resolução, seus efeitos práticos e o papel do regulador na contenção de riscos sistêmicos

15/01/2026 | 09h58 | Por Isabela Ortiz
Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo
CONTEÚDO PATROCINADO

Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador