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Nova política de preços vai afetar resultados da Petrobras? Banco responde

Só 3% dos fundos de investimentos consultados por Genial/Quaest afirmam não ver interferência política no tema

Por Beatriz Rocha

14/07/2023 | 14:41 Atualização: 14/07/2023 | 14:41

Estrutura de tanques da Petrobras. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Estrutura de tanques da Petrobras. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Após a Petrobras (PETR3;PETR4) anunciar mais uma redução no valor da gasolina para distribuidoras, o mercado tem visto com atenção a nova política de preços da estatal. Segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana, apenas 3% dos entrevistados afirmaram não ver interferência política no tema, enquanto 63% acreditam que a mudança de diretriz foi negativa.

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Outros 31% consideram a alteração na política de preços como regular e somente 6% das pessoas ouvidas pelo estudo a enxergam como positiva. O levantamento fez 94 entrevistas com fundos de investimento sediados nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entre os dias 6 e 10 de julho.

Na mesma linha, um relatório do Goldman Sachs, publicado na terça-feira (11), decidiu analisar como a política de preços da estatal pode influenciar em seus resultados. Após a nova redução no valor da gasolina, anunciada no dia 30 de junho, a grande preocupação dos investidores é se a empresa vai continuar seguindo os preços de referência internacionais, caso eles subam.

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De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), desde o início de 2023, o preço do diesel caiu aproximadamente 33% no exterior, enquanto o da gasolina cedeu 13%. Já os valores praticados localmente pela Petrobras estão cerca de US$ 10 dólares por barril abaixo da paridade de importação – indicador que simula quanto custaria para importar o produto, mas foi abandonado pela estatal em maio.

No entanto, o relatório do Goldman trouxe boas notícias para a empresa. Os analistas Bruno Amorim, João Frizo e Guilherme Costa Martins constataram que, mesmo em um cenário extremo, em que a cotação do petróleo Brent começa a subir e a Petrobras congela os preços dos combustíveis, os resultados da estatal não devem ser afetados de forma significativa.

Até em um contexto como esse, o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e o fluxo de caixa da companhia seriam impactados positivamente em US$ 2,2 bilhões e US$ 1,6 bilhão, respectivamente, a cada aumento de US$ 10 no barril do Brent sem o devido repasse às distribuidoras. Vale destacar que essa simulação considera que a Petrobras não assumiria as importações de empresas privadas.

Recomendação

Com a alta nos preços do petróleo internacional, os importadores privados podem ser desencorajados a abastecer o mercado, o que poderia levar a Petrobras a assumir as importações dessas companhias. Esse cenário para o Goldman, no entanto, é considerado improvável, já que a atual governança e as leis em vigor reduzem as chances do governo exigir que a Petrobras importe com prejuízo para fornecer ao mercado.

Mesmo assim, o relatório também simulou quanto a estatal perderia se assumisse hipoteticamente todas as importações de gasolina e diesel das empresas privadas, o que representaria um adicional de aproximadamente 70 milhões de barris por ano. Nesse caso, o Ebitda seria impactado negativamente em US$ 0,7 bilhão e o fluxo de caixa em US$ 0,5 bilhão, para cada desconto de US$ 10 no barril do petróleo em relação aos preços internacionais. A estatal fechou o primeiro trimestre de 2023 com um Ebitda de US$ 14,3 bilhões e um fluxo de caixa livre de US$ 7,9 bilhões.

  • Combustível, Odebrecht e Braskem: o que pode afetar os dividendos da Petrobras?

O Goldman mantém, portanto, uma perspectiva positiva para a Petrobras, mesmo com a nova política de preços, porque acredita na força que a empresa tem em exploração e produção. No primeiro trimestre deste ano, a estatal produziu 2,1 milhões de barris de petróleo por dia, enquanto vendeu 1,7 milhão de barris de produtos refinados no mercado diariamente.

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O banco tem recomendação de compra para a Petrobras, com preço-alvo de R$ 45,10 para os papéis ordinários e de R$ 41,00 para os preferenciais. O Goldman também já assume que a estatal operará com preços de combustível aproximadamente 5% abaixo da paridade de importação nos próximos anos.

Às 14h19 desta sexta-feira (14), as ações ordinárias da Petrobras (PETR3) recuavam 1,83%, cotadas a R$ 32,64, enquanto as preferenciais (PETR4) caíam 2,06%, a R$ 29,02.

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