A companhia ainda afirmou que segue “comprometida com uma atuação responsável, equilibrada e transparente”.
Segundo a companhia, o reajuste recente do diesel “está em consonância” com tal estratégia e a “estrutura de formação de preços continua sólida e funcionando”.
No dia 14, a Petrobras reajustou os preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,38 por litro. A empresa destacou que o último ajuste havia sido uma redução, em maio de 2025, e que o último aumento havia ocorrido em fevereiro do ano passado.
A estatal informou ainda que, mesmo após o aumento, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período.
No comunicado, a Petrobras afirmou também que o impacto do reajuste ao consumidor final foi mitigado porque o governo zerou as alíquotas de Programa de Integração Social (PIS)/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre o diesel.
A companhia disse ainda que o Conselho de Administração aprovou a adesão ao programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, que prevê o pagamento de R$ 0,32 por litro às empresas beneficiárias.
A assinatura do termo de adesão ficará condicionada, no entanto, à publicação e à análise de instrumentos regulatórios pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Para a Petrobras, a elevação do preço do diesel, combinada com a adesão à subvenção econômica, resultará em um aumento potencial do valor recebido pela companhia de R$ 0,70 por litro, sem que o valor seja transferido ao consumidor na mesma proporção.
Com informações de Vinícius Novais para BroadCast