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Petróleo dispara acima de US$ 107 e amplia pressão sobre juros na Super Quarta; petroleiras acompanham

Com guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque no radar, commodity segue volátil, pressionando decisões de juros no Brasil e nos EUA

Por Igor Markevich

18/03/2026 | 9:57 Atualização: 18/03/2026 | 17:39

Petróleo oscila acima de US$ 100 em meio à guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque, influenciando expectativas para juros do Fed e do Copom. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo oscila acima de US$ 100 em meio à guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque, influenciando expectativas para juros do Fed e do Copom. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje começou a quarta-feira (18) com movimentos chamativos, ainda sensível ao noticiário geopolítico e a ajustes técnicos após a forte alta recente. No fechamento, o Brent para maio avançou a US$ 107,38, alta de 3,83%, enquanto o WTI para maio cedeu a US$ 95,46 o barril, com perda de 0,07%.

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Mais cedo, às 5h, os contratos chegaram a cair após o acordo do Iraque para exportação via Curdistão até o porto de Ceyhan, na Turquia, o que trouxe alívio pontual à oferta. O recuo, porém, foi limitado por restrições no Estreito de Ormuz e pela escalada da guerra no Oriente Médio, que mantém elevado o prêmio de risco.

Na Bolsa brasileira, as ações de petroleiras operam majoritariamente em alta. Os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) fecharam em alta, com as ordinárias a R$ 51,63 e valorização de 1,77%%, e as preferenciais a R$ 47 e alta de 1,34%.

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Entre as que completam a imagem do setor, a Brava (BRAV3) subia 1,33%, a R$ 18,26, enquanto PRIO (PRIO3) ganhava 5,33%, a R$ 66,03, e a PetroReconcavo (RECV3), destoando das companheiras, recuava 0,66%, a R$ 13,74.

Geopolítica limita alívio

Após saltar mais de 4% na véspera, o mercado de petróleo ensaiou uma correção técnica, mas encontrou suporte nas tensões. Ataques à infraestrutura energética seguem no radar, com ofensivas do Irã e de Israel, além de episódios envolvendo campos no Iraque e nos Emirados Árabes Unidos.

O acordo iraquiano funciona como contrapeso, mas de alcance limitado. Com gargalos logísticos persistentes em rotas-chave, o mercado oscila entre sinais de recomposição de oferta e temores de interrupções.

Super Quarta recalibra juros

Na Super Quarta, quando Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e Banco Central do Brasil anunciam decisões de juros, o petróleo volta ao centro do debate. A trajetória recente da commodity pesa sobre as expectativas e influencia o espaço para a política monetária.

Nos EUA, o Fed manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, com o foco na sinalização de cortes. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) chega pressionado: o plano inicial de corte de 0,50 ponto percentual perdeu força, e o consenso migrou para 0,25 ponto percentual, com risco até de pausa.

Com o barril acima de US$ 100, o choque de energia reforça a cautela. O mercado já revisa o ciclo de afrouxamento, com projeções de Selic mais altas e menor espaço para cortes.

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A possibilidade de greve de caminhoneiros adiciona calor e reforça o viés inflacionário. Apesar de algum alívio pontual, o pano de fundo segue instável. O petróleo volta ao centro das decisões macro e segue ditando o tom da volatilidade.

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