Nos dias positivos, o movimento comprador em papéis ligados ao mercado externo, com receitas em dólar, e as movimentações políticas puxaram o Ibov para cima. Nos dias negativos, imperaram as preocupações com o agravamento da pandemia no País e com o rumo das contas públicas.
Os três papéis que mais desvalorizaram durante a semana foram Qualicorp (QUAL3), Santander (SANB11) e Suzano (SUZB3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Qualicorp (QUAL3): -6,69%, R$ 29,03
Os papéis da Qualicorp foram os campeões de desvalorização na semana, com baixa de 6,69%, cotados a R$ 29,03. Os números da empresa ficaram abaixo do esperado para o 4º trimestre de 2020. O balanço foi publicado na última terça-feira (30).
No mês, os papéis acumulam baixa de 4,35%. No ano, a desvalorização é de 16,77%.
Santander (SANB11): -5,94%, R$ 38,51
As ações do Santander tiveram baixa de 5,94 na semana, cotadas a R$ 38,51. Elas foram penalizadas por conta dos dados fracos sobre a atividade econômica divulgados pelo IBGE e aversão ao setor financeiro. O Credit Suisse e o banco Nomura anunciaram que deverão ter prejuízos bilionários devido a uma operação de zeragem de posições de um hedge found.
No mês os papéis caem 2,75%. No ano, 13,52%.
Suzano (SUZB3): -5,02%, R$ 68,94
As ações da Suzano terminaram a semana com baixa de 5,02, cotadas a R$ 68,94. Os investidores migraram para ativos de maior risco e com o mercado de olho nas quedas dos preços da celulose.
As ações sobem 0,57% no mês. No ano, a alta é de 17,77%.