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Mercado

Atualização facilita uso do Pix para compras on-line

Os usuários poderão realizar pagamentos com o Pix fora do aplicativo do banco

Pix, novo serviço de transferências do Banco Central
Foto: Cris Faga/Pagos
  • Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (23), especialistas do Banco Central explicaram o impacto da chegada dos ‘iniciadores de pagamento’ no Pix
  • Na prática, a atualização permitirá que os usuários façam compras on-line e transferências por meio do serviço instantâneo, sem a necessidade de logar no aplicativo do banco para efetivar a transação
  • A implementação das novidades será feitas em fases. A primeira delas acontece até 30 de agosto

Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (23), especialistas do Banco Central explicaram o impacto da chegada dos ‘iniciadores de pagamento’ no Pix. Na prática, a atualização permitirá que os usuários façam compras on-line e transferências por meio do serviço instantâneo, sem a necessidade de logar no aplicativo do banco para efetivar a transação.

Atualmente, se o cliente quiser pagar um pedido dentro do iFood por meio do Pix, por exemplo, é necessário utilizar a modalidade ‘copia e cola’. Isso significa que um código é gerado dentro do aplicativo de delivery para que o usuário copie, logue no aplicativo do banco em que tem chaves Pix cadastradas e cole o código na área destinada a pagamentos.

Com a regulamentação dos iniciadores de pagamento, será possível pagar o pedido diretamente no aplicativo de delivery ou site de compras.

Iniciadores de pagamento são empresas autorizadas e dedicadas a iniciar essas transferências, sem que o cliente precise se conectar ao banco. “Além dos participantes que atuem na modalidade iniciador, o serviço de iniciação no Pix poderá ser ofertado pelas instituições financeiras ou de pagamentos autorizadas pelo BC que participem do Pix na modalidade provedor de conta transacional, desde que sejam certificadas no âmbito do Open Banking”, explica o BC, em comunicado.

Para que a iniciação funcione, será necessária a anuência dos clientes. Isto é, o usuário precisará aprovar o compartilhamento dos dados do seu banco com o iniciador de pagamentos. “É uma junção do Pix com o Open Banking”, explicou Carlos Eduardo Brandt, chefe e consultor da Gerência de Gestão e Operação do Pix, em coletiva. “A pessoa poderá fazer um Pix a partir dos iniciadores.”

Implementação por fases

De acordo com a autoridade monetária, todos os procedimentos para a iniciação de um Pix (inserção manual, chave Pix, QR Code estático e dinâmico e diretamente com os dados do recebedor) poderão ser usados para iniciar um Pix por meio de serviço de iniciação de transação de pagamento.

A implementação das novidades será feitas em fases. A primeira delas acontece até 30 de agosto, prazo para que as ‘instituições participantes do Open Banking implementem os requisitos técnicos e os procedimentos operacionais para o compartilhamento do serviço de iniciação’.

  • 30/08/21: inserção manual e chave Pix
  • 30/09/21: diretamente pela instituição que prestar o serviço de iniciação
  • 01/11/21: QR Code estático e dinâmico

 

 

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