MGLU3 R$ 7,22 +6,96% EURO R$ 6,03 +0,09% DÓLAR R$ 5,41 +0,00% ITUB4 R$ 24,46 +0,49% GGBR4 R$ 27,96 +0,29% PETR4 R$ 33,88 +0,03% ABEV3 R$ 15,40 +2,67% IBOVESPA 112.611,65 pts +1,19% BBDC4 R$ 22,28 +0,50% VALE3 R$ 84,49 +0,23%
MGLU3 R$ 7,22 +6,96% EURO R$ 6,03 +0,09% DÓLAR R$ 5,41 +0,00% ITUB4 R$ 24,46 +0,49% GGBR4 R$ 27,96 +0,29% PETR4 R$ 33,88 +0,03% ABEV3 R$ 15,40 +2,67% IBOVESPA 112.611,65 pts +1,19% BBDC4 R$ 22,28 +0,50% VALE3 R$ 84,49 +0,23%
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Mercado

Confira a recomendação de 9 bancos e corretoras para Magazine Luiza (MGLU3)

Com alta acumulada de 104,84% em 2020, a varejista possui sete recomendações de compra

Loja da varejista Magazine Luiza Lotada
Loja da varejista Magazine Luiza lotada (FOTO:Estadão Conteúdo/Sérgio Neves
  • A varejista está na quarta posição no ranking de preferência, atrás de Itaúsa (ITSA4), Petrobras (PETR4) e sua concorrente, Via Varejo (VVAR3), de acordo com levantamento da plataforma Fliper
  • Recentemente a varejista adquiriu a fintech de pagamentos Hub Prepaid por R$ 290 milhões
  • Com a aquisição, a Magazine Luiza informou que os clientes de sua plataforma passarão a ter um cartão pré-pago que reflete o saldo da conta digital

Desde que a Magazine Luiza (MGLU3) decidiu fazer o desdobramento de suas ações, em outubro do ano passado, o ativo operou em estabilidade na Bolsa. Na última semana, porém, os papéis da companhia inverteram o sinal e se valorizaram em 8,47%, cotados a R$ 25,99 no fechamento do pregão de sexta-feira, 22.

Em dezembro, a varejista anunciou a compra da fintech de pagamentos Hub Prepaid, empresa criada por Carlos Wizard que já possui autorização do Banco Central (BC) para atuar como instituição financeira. O negócio foi acertado por R$ 290 milhões.

Com a aquisição, a Magalu informou que os clientes de sua plataforma passarão a ter um cartão pré-pago que reflete o saldo da conta digital, o que permite fazer transações no mundo físico. A compra será feita por meio do braço financeiro da varejista, a Magalu Pagamentos, e está sujeita à aprovação do BC e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Apesar de ser considerada a ação queridinha dos brasileiros, um levantamento feito pela Fliper, plataforma de consolidação de investimentos, constatou que a varejista está na quarta posição no ranking de preferência, atrás de Itaúsa (ITSA4), Petrobras (PETR4) e a concorrente Via Varejo (VVAR3).

O E-Investidor consultou nove instituições, entre bancos e corretoras, para saber qual a recomendação para a Magazine Luiza. A recomendação de compra prevalece, com sete indicações.

BTG Pactual

  • Recomendação: Compra
  • Preço alvo: R$ 23

Justificativa: “A evolução da Magazine Luiza como uma plataforma de comércio all-in-one e sua entrega de um crescimento impressionante na área de e-commerce podem ser explicados por alguns fatores. Primeiro, a base crescente de vendedores, que passou de 32 mil no 2T20 para 40 mil no 3T20. Depois, as vendas mais fortes por meio das plataformas mobile com o aplicativo, atingindo 30 milhões de usuários ativos e as entregas expressas, aquelas feitas em 24 horas, que atingiram 40% do total de vendas. 877 das 1,2 mil lojas já funcionam como pontos de envio, o que reduz os custos de entrega”, afirmam Luiz Guanais e Gabriel Savi, do BTG.

HSBC

  • Recomendação: Compra
  • Preço alvo: R$ 30

Justificativa: “Nossas principais conclusões sobre Magazine Luiza são que organizar as operações comerciais por categoria de produto em todos os canais pode ajudar a focar no crescimento da participação do mercado geral, ao invés de ficar presa na estratégia offline vs. online. Criar o cargo de vice-presidente da plataforma pode dar fôlego para a Magalu como serviço, que tem um grande mercado total disponível, TAM, na sigla em inglês, e pode ajudar a abastecer o mercado e sua fintech”, diz Ravi Jain, analista sênior do HSBC.

Safra

  • Recomendação: Outperform
  • Preço alvo: R$ 32

Justificativa: “A Magalu provou ter uma visão diferenciada, assumindo posição de liderança na transformação digital do varejo brasileiro em um papel semelhante ao que a Amazon teve nos EUA. Por conta disso, temos uma visão construtiva sobre a ação, pois acreditamos que ela está posicionada para manter seu volume bruto de mercadoria (GMV) em ritmo de expansão, ao mesmo tempo que adicionará novos fluxos de receita de outros serviços, incluindo fintechs e soluções digitais para vendedores online e offline”, diz Guilherme Assis, do Banco Safra.

Morgan Stanley

  • Recomendação: Overweight
  • Preço alvo: R$ 28

Justificativa: “Continuamos com a classificação de overweight para Magazine Luiza. Os resultados obtidos pela companhia no 9M20 foram os melhores da classe entre os pares. Seu GMV total cresceu 56%, incluindo os -6% para lojas e + 136% online. A onda recente de aquisições em publicidade, entrega de comida, ponto de venda e logística dão ao Magalu novos mercados para explorar. A combinação entre a visibilidade do crescimento atual com suas opções futuras nos mantém construtivos”, diz Andrew Ruben, analista de equity do Morgan Stanley.

Guide Investimentos

  • Recomendação: Compra
  • Preço alvo: R$ 30

Justificativa: “A Magalu segue sendo, junto com o Mercado Livre, nossa top-pick do setor de varejo. Nós acreditamos que mesmo em um cenário de demanda mais fraca para 2021, tendo em vista os fortes incentivos que o setor teve em 2020, deve continuar sendo o grande destaque do segmento. A empresa é, hoje, mais eficiente e possui uma malha logística muito forte. E, agora, com o serviço de pagamentos, a companhia vai conseguir abraçar ainda mais esse segmento financeiro”, diz Henrique Esteter, economista da Guide.

UBS

  • Recomendação: Neutra
  • Preço alvo: R$ 27

Justificativa: “Desde seu IPO, em 2011, a equipe da Magalu entregou um dos mais bem-sucedidos processos de transformação digital no Brasil. A companhia consolidou sua liderança em bens de consumo eletrônicos e agora está entrando em novas categorias e serviços. As incertezas sobre o comportamento dos consumidores pós-pandemia reduz a visibilidade dos seus ganhos, o que pode criar um ponto de entrada melhor”, diz Gustavo Oliveira, analista do UBS.

Alkin Research

  • Recomendação: Venda
  • Preço alvo: R$ 17,50

Justificativa: “Em nosso relatório de início de cobertura, enxergamos um preço justo 27% abaixo do valor atual das ações da Magazine Luiza, a partir de nossa avaliação por meio do fluxo de caixa descontado para os próximos anos. Entre os cenários, esperamos um range de R$ 12 no pior caso e a R$ 25 na melhor hipótese. Os investimentos bilionários realizados recentemente pelos principais competidores, Mercado Livre e B2W, reforçam a mensagem de que a competição continuará a ser um grande desafio para Magazine Luiza, que ainda deve sofrer com o avanço da Amazon em um futuro próximo”, diz Anderson Meneses, CEO da Alkin Research.

JP Morgan

  • Recomendação: Overweight
  • Preço alvo: R$ 17,50

Justificativa: “Esperamos uma reação positiva no preço da ação, pois vemos a aquisição da Hub como um movimento importante para acelerar o lançamento da fintech que está sendo desenvolvida em Magalupay. Além disso, diferente dos principais pares, B2W (Neutra) e MELI (Overweight), não vemos muito valor sendo atribuído à oportunidade da fintech da Magalu. E, na verdade, tratamos isso como potencial de valorização chave para o caso”, diz Joseph Giordano, do JP Morgan.

Warren

  • Recomendação: Compra
  • Preço alvo:

Justificativa: “Com o movimento observado em 2020, de expansão das transações pelas vias digitais, vemos uma tendência que deve, cada vez mais, tomar o espaço físico. Com esse cenário em mente, as empresas com maior velocidade de transformação tendem a tomar a liderança do mercado. Vemos a Magazine Luiza como um player que pode tomar essa frente. No último ano, a empresa fez diversas aquisições para entrar ainda mais forte no mercado digital, com plano de criação de uma logística própria. Além disso, também vem entrando no mercado de serviços financeiros com sua nova plataforma, o que pode trazer mais um potencial fator de receita”, diz Igor Cavaca, analista de investimentos da Warren.

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