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Mercado

Ibovespa sobe e Bolsas de NY fecham sem direção única com guerra comercial em foco; dólar cai 1%

Investidores têm expectativa de novos acordos tarifários de países com Washington; mercados fecham amanhã em boa parte do mundo

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade,  Rariane Costa e  Beatriz Rocha 

17/04/2025 | 0:27 Atualização: 17/04/2025 | 17:35

As ações mais rentáveis do Ibovepa se beneficiaram da alta do dólar e dos seus negócios no exterior (Foto: Adobe Stock)
As ações mais rentáveis do Ibovepa se beneficiaram da alta do dólar e dos seus negócios no exterior (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira (17) de olho nas expectativas positivas para a guerra comercial com a possibilidade de que Estados Unidos e Japão avancem nas discussões sobre tarifas. Ryosei Akazawa, principal negociador comercial do Japão, se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval, e afirmou entender “que os americanos esperam fechar o acordo em 90 dias”.

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Um certo grau de positividade também surgiu no começo da manhã, com relatos indicando que a China estaria aberta a negociações comerciais com os EUA, afirmou o estrategista sênior de pesquisa da Pepperstone, Michael Brown, em nota a clientes. “No entanto, os relatos continham tantos ‘se’, ‘mas’ e ‘talvez’ que a oferta parecia ser mais um gesto simbólico do que qualquer outra coisa”, acrescentou.

No fechamento, o Ibovespa hoje registrou valorização de 1,04%, para 129.650,03 pontos. Ontem, o presidente do Federal Reserve desanimou os mercados ao admitir que a política tarifária dos Estados Unidos pode gerar inflação e desaceleração econômica. Por causa disso, o mercado americano operou misto nesta quinta. S&P 500 avançou 0,13%, já Dow Jones e Nasdaq recuaram 1,33% e 0,13%, respectivamente.

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O dólar hoje abriu a sessão com alta de 0,24% contra o real, cotado a R$ 5,8789 na venda. A moeda operou volátil por conta do menor volume de negócios devido ao feriado de sexta-feira Santa, que deve fechar os mercados na América, Europa e em parte da Ásia. No encerramento, o dólar à vista fechou em queda de 1,05% ante o real a R$ 5,8037.

Donald Trump ataca presidente do Fed

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o banco central americano, o Federal Reserve (Fed), para cortar juros. O republicano citou a decisão do Banco Central Europeu (BCE), que cortou juros hoje, enquanto o BC americano mantém postura cautelosa.

“Espera-se que o BCE reduza as taxas pela sétima vez e o atrasado Jerome Powell do Fed, sempre atrasado e errado, emitiu uma mensagem errada ontem que foi uma completa bagunça”, escreveu Trump na Truth Social nesta manhã de quinta-feira, em referência à participação do presidente do BC americano em evento do Clube Econômico de Chicago na quarta-feira.

O republicano argumentou que os preços do petróleo e de alimentos, incluindo ovos, estão “baixos” e que os “EUA estão ficando ricos com as tarifas”. Trump defendeu que o Fed deveria ter começado a baixar juros “muito tempo atrás” e que “com certeza deveria reduzir agora”.

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“O término [do mandato] de Powell não pode vir rápido o suficiente”, disse, sinalizando expectativa de substituir o presidente do BC americano. Nesta semana, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, revelou que pretende entrevistar candidatos para o cargo de Powell dentro de seis meses e que discute o assunto com Trump “a todo momento”.

Bolsas europeias caem após BCE cortar juros

As Bolsas europeias fecharam em baixa após o Banco Central Europeu (BCE) cortar a taxa de juros em 0,25 ponto porcentual, para 2,25%. O número veio em linha com o esperado pelo mercado e aconteceu diante das incertezas sobre os impactos da política tarifária do governo Trump e indícios de que a inflação da Zona do Euro segue relativamente sob controle.

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou hoje que o cenário econômico permanece “obscurecido por excepcional incerteza” devido à guerra comercial. Durante seu discurso, Lagarde reconheceu os desafios, mas indicou que a economia da zona do euro provavelmente cresceu no primeiro trimestre, com a indústria mostrando “sinais de estabilização”. No entanto, ressaltou que exportadores europeus enfrentam “novas barreiras para o comércio, de escopo desconhecido”, enquanto tensões geopolíticas e comerciais pesam sobre o ânimo de empresas e consumidores.

A autoridade monetária reiterou que as decisões futuras sobre juros serão tomadas reunião a reunião, sem compromisso com uma trajetória predeterminada. “Não estamos nos comprometendo com uma trajetória predeterminada para os juros”, afirmou. “Nossas decisões continuarão dependentes dos dados.”

No campo macroeconômico, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da Zona do Euro desacelerou para 2,2% em março, segundo os dados oficiais mais recentes, se aproximando um pouco mais da meta de 2% do BCE.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 0,13% aos 506,42 pontos. O CAC 40, em Paris, cedeu 0,60%, aos 7.285,86 pontos, enquanto o Ibex 35, em Madri, caiu 0,19%, aos 12.918 pontos. O PSI 20, de Lisboa, teve baixa de 0,15%, aos 6.735,84 pontos. Em Milão, o FTSE MIB
caiu 0,24%, a 35.980,43 pontos, e o DAX, da Bolsa de Frankfurt, recuou 0,49%, a 21.205,86 pontos. Em Londres, o FTSE 100 ficou estável em 8.275,66 pontos

As tarifas recíprocas de 20% impostas pelos EUA sobre produtos da União Europeia foram suspensas por 90 dias e substituídas, por ora, por uma taxa universal de 10%, o que pode ter dado um pouco de alívio às autoridades na UE e no BCE. No entanto, essa questão continua sendo uma grande incerteza sobre como será a política comercial americana no curto prazo, especialmente em relação à Europa.

Ásia fecha em alta com otimismo sobre guerra comercial

As ações asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira com o alívio da guerra comercial sobre o Japão. O índice de referência japonês Nikkei fechou em alta de 1,35%, aos 34.377,60 pontos, ganhos liderados por ações da indústria e do setor de energia.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,94%, para 2.470,41 pontos, e o Hang Seng de Hong Kong avançou 1,61%, para 21.395,14 pontos, impulsionado por ações de tecnologia e de incorporadoras.

Em Xangai o dia foi de ganhos leves, com o Xangai Composto subindo 0,13%, para 3.280,34 pontos e o menos abrangente Shenzhen composto com ligeira alta de 0,08%, a 1.880,40 pontos. Na contramão, o Taiex recuou 0,66% pelo segundo dia consecutivo de perdas.

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Já o S&P/ASX 200 da Austrália avançou 0,78%, para 7.819,10 pontos.

Ouro fecha em queda após máxima histórica

Os preços do ouro recuaram nesta quinta-feira, após atingirem recorde intradiário mais cedo, com investidores realizando lucros antes do feriado prolongado. O metal precioso, no entanto, manteve-se acima da marca de US$ 3.300 por onça, impulsionado pela desvalorização do dólar. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de ouro para entrega em junho recuou 0,54%, fechando a US$ 3.328,4 por onça-troy.

Petróleo fecha em alta, impulsionado por dólar fraco

Os contratos futuros do petróleo ampliaram os ganhos do pregão anterior e encerraram em alta nesta quinta-feira, impulsionados por uma combinação de fatores que sustentam o movimento altista da commodity. A contínua fraqueza do dólar, o otimismo em torno das negociações comerciais e os planos atualizados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) dão suporte aos preços, segundo Janiv Shah, da Rystad Energy.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do petróleo WTI para junho subiu 3,53%, fechando a US$ 64,01 o barril. O Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 3,20%, a US$ 67,96 o barril.

*Com informações do Broadcast

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