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Mercado

Como fica o mercado financeiro com a volta do Talibã

Cenário instável pode gerar aumento da volatilidade e fuga para ativos mais seguros

Por Luana Meneghetti

18/08/2021 | 3:00 Atualização: 18/08/2021 | 7:49

Membros do Talibã em Cabul, Afeganistão. Foto: Reuters
Membros do Talibã em Cabul, Afeganistão. Foto: Reuters

A volta do grupo extremista Talibã ao controle do governo do Afeganistão após 20 anos longe do poder sinaliza riscos geopolíticos e também financeiros. Ainda é cedo para mensurar os efeitos no mercado, mas impactos globais existem e devem ser monitorados pelos investidores.

Leia mais:
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Segundo especialistas, um dos pontos de alerta é o enfraquecimento do poder político do presidente americano, Joe Biden. A decisão de retirar as tropas americanas do território afegão, que culminou na retomada do Talibã ao poder, tem sido bastante criticada por aliados e republicanos. “Biden gerou instabilidade política pela forma que tratou a questão diplomática de um conflito que perdura duas décadas”, diz Felipe Arrais, especialista em investimentos globais da Spiti.

De acordo com o especialista, a instabilidade gerada não é bem-vinda em um momento em que Biden encabeça diversos projetos fundamentais para a economia americana e que, necessariamente, precisa do apoio do Senado. A depender dos desdobramentos do Talibã no poder, a política do presidente e a credibilidade dos Estados Unidos podem estar em xeque. “A instabilidade política reflete em volatilidade dos mercados”, alerta Arrais.

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Outro ponto de alerta é o acirramento da escalada de tensões entre EUA e China. Com a saída de Donald Trump, esperava-se que os ânimos entre os países se acalmassem, o que não está ocorrendo.

O aumento das tensões pode ocorrer porque a China já sinalizou que deve reconhecer o Talibã no governo. Caso venha a ser oficializado, o posicionamento de Pequim pode ser uma estratégia de manter sua influência no Paquistão – vizinho do Afeganistão -, no qual investe em obras de infraestrutura.

“O evento deteriora ainda mais as relações entre EUA e China e esse clima de guerra velada não é bom para a economia e para os mercados, mas ainda é difícil mensurar os impactos disso no médio e longo prazo”, afirma William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities.

Fuga para ativos seguros

Diante deste cenário, pode ocorrer uma fuga de capital dos ativos de renda variável e de risco nas bolsas americanas. “O mercado tende a ficar menos permissivo para a tomada de risco em momentos de incerteza, podendo ocasionar procura por ativos mais seguros”, diz Arrais.

Nesse movimento, pode crescer a procura pelos treasuries, os títulos de dívida pública americana. Na avaliação do especialista, o fenômeno não deve se limitar aos EUA: investidores de diversos países podem começar a procurar pelos títulos públicos em meio a um possível aumento de volatilidade global no médio a longo prazo.

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O ouro também deve ganhar novos adeptos, visto que o ativo é considerado estratégico em momentos adversos que colocam em dúvida a segurança em ativos tradicionais.

Impacto nas bolsas

Embora as cenas da tentativa de fuga de civis no aeroporto tenham exposto o Afeganistão a um de seus momentos mais tristes e caóticos, as bolsas americanas não refletiram essa turbulência e fecharam em alta na segunda-feira (16), com Dow Jones e S&P renovando máximas.

Na terça-feira (17), no entanto, os futuros do Dow Jones e S&P eram negociados em baixa, com queda de 0,4%. Na Nasdaq, os futuros caíram 0,3%.

Na avaliação de Alves, da Avenue, o cenário não traz impactos para a economia dos Estados Unidos e também não afeta o país em termos de parcerias comerciais. Segundo ele, os resultados das bolsas de segunda-feira (16) mostram que o mercado financeiro norte-americano não absorveu as turbulências do Afeganistão – pelo menos por enquanto. “O impacto para mercado é bastante limitado. O cenário traz um aumento de volatilidade, mas nada preocupante”, diz.

Um dia após a repercussão do cenário caótico no Afeganistão, as principais bolsas americanas fecharam em queda na terça-feira (17).  De acordo com Alves, a queda nas bolsas americanas estão mais atrelados ao resultado ruim das vendas do varejo, que tiveram queda de 1,1% em julho. “O consumo é muito relevante na economia americana e o resultado acaba pesando na bolsa, mas não está relacionado com o cenário no Afeganistão”, diz.

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As bolsas europeias também fecharam com sinais mistos, com algumas em queda e outras em alta. “Para além das preocupações com o terrorismo, os vizinhos do Afeganistão estão se preparando para uma possível crise de refugiados. Apesar da importância geopolítica desses riscos, é improvável que tenham muito impacto no mercado para além do Paquistão e da Índia”, dizem analistas do Eurasia Group.

 

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