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Negócios

Pandemia muda forma de abrir capital e indústria de IPOs atinge recordes históricos

Roadshows virtuais e reuniões preliminares para sentir o interesse dos investidores vieram para ficar

Por E-Investidor

17/07/2020 | 20:26 Atualização: 17/07/2020 | 20:28

O IPO da chinesa BlueCity Holdings, realizado na China em 8 de julho (Foto: Tingshu Wang/Reuters)
O IPO da chinesa BlueCity Holdings, realizado na China em 8 de julho (Foto: Tingshu Wang/Reuters)

(Crystal Tse/Bloomberg) – Os processos de abertura de capital estão atingindo um recorde histórico, e a previsão é que esse movimento mantenha força até o fim de 2020 – mesmo com a pandemia invertendo a lógica tradicional dos roadshows presenciais, nos quais a empresa que vai emitir ações apresenta seu plano de negócios a investidores interessados.

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O jeito de fazer IPOs (sigla em inglês para “oferta pública inicial”) está sendo adaptado, não apenas na forma como os acordos são fechados, mas também na própria estrutura do negócio. E esses ajustes, resultantes da pandemia, vão causar transformações duradouras no mercado de capitais.

Agora, em vez de embarcar num monte de voos entre várias cidades (por vezes entre continentes) para se reunir pessoalmente com investidores, os tours de apresentação ocorrem no universo virtual. Essas sessões foram reduzidas dos sete ou oito dias que costumavam durar antes da quarentena para apenas quatro ou cinco. Já as reuniões informais prévias, que servem para medir a temperatura da empolgação de possíveis compradores, passaram a ocupar mais tempo – e os interessados têm demonstrado interesse logo no início do processo.

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“Os investidores percebem que os roadshows se tornaram mais curtos”, diz Ryan Parrish, diretor do sindicato de mercados de capital do Bank of America nos Estados Unidos. “Isso aumenta a importância das reuniões prévias para sentir o pulso dos interessados, antes do lançamento do IPO propriamente dito”.

Embora esses encontros iniciais sejam semelhantes a um roadshow formal, eles não envolvem pedidos firmes de reserva de ações. Este ano, a Securities and Exchange Commission (ou SEC, a comissão americana de valores mobiliários) fez emendas às regras de IPOs para que todas as empresas tenham acesso à etapa de encontros preliminares, até então permitida apenas a empresas de crescimento emergente.

O objetivo dessa fase pode ser, entre outros, o de encontrar possíveis investidores-âncora, que se comprometam a comprar papéis antes do início do processo de book building – que coleta as intenções de compra do mercado. Com isso, os primeiros meses de negociação em bolsa podem ser mais tranquilos, pois é possível alocar mais ações para grandes investidores – que provavelmente não venderão os papéis logo após o IPO.

A ZoomInfo Technologies, empresa de inteligência comercial que abriu capital em junho, recebeu garantias firmes adiantadas da BlackRock, da Fidelity Investments e do Dragoneer Investment Group, num valor total de US$ 300 milhões. Os chamados investimentos cornerstone – nos quais o investidor se compromete a comprar um número determinado de ações e o emissor se compromete a fornecê-las, mesmo que haja sobrealocação na oferta – são comuns há um bom tempo nos processos de abertura de capital na Ásia. Nos Estados Unidos, porém, eram menos populares, sobretudo nos concorridos IPOs do setor de tecnologia.

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As garantias firmes podem vir na forma de investimentos-âncora (grandes pedidos de reservas de ações), no caso de investidores que desejam evitar a necessidade de uma divulgação regulatória imediata.

Segundo Will Connolly, diretor de mercados acionários (ECM, na sigla em inglês) de tecnologia do Goldman Sachs Group, a maioria dos IPOs atuais atrai indicações importantes de interesse por parte dos investidores antes mesmo do lançamento da proposta. E isso não costumava acontecer no mundo pré-pandemia.

Os investimentos-âncora ajudaram a reviver um fenômeno festejado conhecido como “IPO pop”, que ocorre quando o preço estabelecido na oferta inicial dispara no primeiro dia de negociação do papel, indo às alturas num curto intervalo de tempo.

Desde março, de um total de 36 IPOs realizados nos Estados Unidos que atingiram a marca de US$ 100 milhões, 28 registraram um salto de dois dígitos entre o preço da oferta e o primeiro dia na bolsa. O maior “pop” de 2020 foi registrado pela Agora, empresa chinesa de serviços de chamada por vídeo: as ações valorizaram 153% no dia seguinte à abertura de capital. E apenas um IPO – o da rede de supermercados Albertsons, que conta com a participação de fundos de private equity – não atingiu preço dentro ou acima do esperado.

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Embora tenha havido uma queda em março, quando a economia americana parou por causa do coronavírus, neste momento os índices Nasdaq Composite e S&P 500 estão atingindo altas históricas. O mercado recobrou fôlego e a emissão de ações no segundo trimestre superou US$ 130 bilhões – movimentação mais ativa de todos os tempos, sobretudo quando comparada ao volume de US$ 41 bilhões no primeiro trimestre.

Em junho, as novas aberturas – incluindo as de empresas conhecidas como “cheques em branco”, que
costumam usar o dinheiro dos investidores para fazer uma aquisição ou obter recursos nos mesmos moldes das startups – e as ofertas subsequentes (ou “follow-on” no jargão em inglês) amealharam, somadas, US$ 67 bilhões.

O PNC Financial Services Group Inc. liderou a alta histórica das ofertas subsequentes ao vender, em maio, seus US$ 14 bilhões de participação na BlackRock Inc. Já a Sanofi obteve US$ 11,7 bilhões quando passou adiante sua fatia da Regeneron Pharmaceuticals Inc.

Mesmo com a perspectiva de uma conturbada eleição presidencial à frente, o terceiro trimestre dá indícios de que pode ser extremamente movimentado.

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Em julho a Palantir Technologies anunciou ter protocolado um pedido de abertura de capital confidencial – um passo importante para entrar no mercado, planejado pela empresa há anos. Segundo fontes próximas à Palantir, a companhia vinha considerando a possibilidade de um “direct listing”, que equivale à uma oferta secundária de ações, em vez de um IPO tradicional. A controladora das empresas Rocket Mortgage e Quicken Loans, gigantes do financiamento imobiliário, também protocolou seu pedido.

“Se o mercado continuar forte e saudável, muita gente vai mirar o mês de setembro para se antecipar às eleições”, afirma Colin Stewart, vice-presidente de ECM do Morgan Stanley.

Outras áreas que devem continuar aquecidas são IPOs do setor de biotecnologia e de empresas do tipo “cheque em branco”. Jordan Saxe, diretor de mercados de saúde da Nasdaq, prevê algo entre 45 e 50 aberturas na área de biotecnologia este ano, com volume total de US$ 9 bilhões. A previsão anterior de Saxe era de 30 a 35 IPOs, que somariam US$ 3,5 bilhões.

No caso dos “cheques em branco”, a maior abertura de capital da história deve precificar sua oferta nos próximos dias: é o SPAC, ou veículo de aquisição de propósito específico, que conta com o bilionário Bill Ackman por trás da operação – a Pershing Square Tontine Holdings pode atingir a marca de US$ 4 bilhões com seu IPO.

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Se antes os SPACs eram vistos como o último recurso para conseguir abrir capital, agora a situação mudou, conforme esclarece Barbara Ard – diretora de serviços de contabilidade e operações da consultoria MorganFranklin. “Hoje em dia os veículos de aquisição de propósito específico são apenas uma forma diferente de ter acesso a capital”.

Embora os banqueiros estejam retornando ao escritório em Nova York e em outros centros financeiros americanos, em alguns estados do país os planos tiveram de ser postergados devido a novos surtos de casos de covid-19. Mesmo assim, especialistas dizem que isso não vai prejudicar a atividade: ao longo dos últimos meses, o mercado encontrou um jeito de se adaptar à nova forma de fechar negócios.

“É possível fazer um IPO virtual”, afirma Greg Chamberlain, diretor de mercados de tecnologia, mídia e telecomunicações do JPMorgan Chase nos Estados Unidos. “O processo muda, evolui e se transforma”.

(Tradução: Beatriz Velloso)

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