• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Como essa empresa argentina bateu as varejistas brasileiras e conquistou o mercado

Varejista estrangeira ganha recomendação de compra dos bancos enquanto desconfiança com pares nacionais cresce

Por Luíza Lanza

20/05/2024 | 9:19 Atualização: 21/05/2024 | 7:23

Centro de distribuição do Mercado Livre na Argentina  Foto: Mercado Livre/Divulgação
Centro de distribuição do Mercado Livre na Argentina Foto: Mercado Livre/Divulgação

As companhias brasileiras de varejo, especialmente as ligadas à linha branca e ao e-commerce, não têm conquistado muito apelo entre investidores na Bolsa. A Americanas (AMER3) está em recuperação judicial desde 2023, quando comunicou ao mercado uma fraude contábil bilionária; mais recentemente, foi a vez da Casas Bahia (BHIA3) entrar em uma recuperação extrajudicial para estruturar dívidas na casa de R$ 4,1 bilhões com os bancos credores. Tudo isso enquanto Magazine Luiza (MGLU3) sofre com a desconfiança de investidores após uma acusação de fraude contábil contra o atual CEO.

Leia mais:
  • Magalu ou Casas Bahia: qual ação comprar após balanços
  • Casas Bahia: crise esvazia o que sobrou de recomendações
  • Magalu: os bastidores da acusação de fraude contábil
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Magazine Luiza (MGLU3) é o último ‘titã’ do e-commerce?

A instabilidade no setor abriu uma brecha para que concorrentes internacionais entrassem no mercado do País e ganhassem não só market share, como também espaço entre as recomendações de analistas. Foi assim que a companhia argentina Mercado Livre (MELI34) se tornou a nova “queridinha” entre as ações do setor.

Como mostramos nesta reportagem, as dificuldades do varejo linha branca e marrom (eletrodomésticos e eletroeletrônicos) têm afastado as recomendações de analistas. Entre aqueles que ainda possuem indicação de compra é a argentina MELI quem ganha um voto de confiança. “Sempre fomos otimistas com a tese de investimento de Mercado Livre e acreditamos que cada vez mais os pares do varejo na América Latina devem olhar para os números da companhia com a sensação de que ‘o gramado do vizinho é mais verde que o meu’”, diz a Genial, em relatório publicado sobre a companhia em novembro.

O entendimento é que a companhia está conseguindo expandir as margens nas operações no Brasil e no México, com potencial para crescer os resultados financeiros em outros países da região e se estabelecer como um dos maiores players no e-commerce da América Latina. Para alguns bancos, a MELI será a grande “vencedora” do setor – por isso, a visão é positiva também para as ações.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A MELI divulgou seu balanço trimestral referente ao primeiro trimestre de 2024 no dia 02 de maio. De maneira geral, os números foram considerados fortes pelo mercado, com os resultados financeiros conquistados no Brasil e no México ajudando a compensar o cenário mais fraco na Argentina. A companhia registrou uma receita de US$ 4,3 bilhões no trimestre, um crescimento de 36% no comparativo ao mesmo período do ano anterior, fruto de um maior take-rate no comércio eletrônico e um crescimento da carteira de crédito. Já o lucro líquido ficou em US$ 344 milhões, uma alta de 71% em relação a 2023.

Na avaliação do Goldman Sachs, os números apresentados são suficientes para levar alívio ao papel e trazer a atenção de volta aos fundamentos sólidos da companhia. Em relatório, os analistas do banco destacaram que as ações da companhia vinham em queda na Nasdaq desde que os resultados apresentados no 4T23, em fevereiro, vieram abaixo das expectativas. Agora, a MELI pode voltar a subir.

“Esperamos que o desempenho das ações seja ainda mais apoiado pelo recente desempenho inferior das ações, pela superação de mais de 13% em lucro líquido e pela qualidade geral do ritmo, com maior alavancagem operacional no Brasil e no México compensando uma compressão de margem mais acentuada do que temida na Argentina”, dizem no documento Irma Sgarz, Felipe Rached e Gustavo Fratini.

O desempenho operacional fraco na Argentina, que enfrenta problemas macroeconômicos e desvalorização cambial, não foi suficiente para impactar negativamente todo o resultado conquistado pelo Mercado Livre no trimestre. Um sinal positivo na avaliação do Santander. “Em nossa visão, estes resultados confirmam que o perfil de rentabilidade em expansão da MELI persiste, impulsionado por crescimento e crescente monetização de sua plataforma, especialmente agora que a Argentina estabiliza com uma participação menos relevante no EBITDA consolidado, apoiando assim a nossa visão construtiva sobre a empresa”, dizem em relatório os analistas Ruben Couto, Eric Huang e Vitor Fuziharo.

A recomendação geral: compra

Com números positivos, fundamentos considerados sólidos e em um nível de preço considerado atrativo, as ações do Mercado Livre têm se destacado nas recomendações de compra dos bancos. Itaú BBA, Santander, BTG Pactual e Goldman Sachs têm call de compra para o ativo, com preços-alvo de 12 meses representando um potencial upside de cerca de 20% frente aos US$ 1.680 a que a ação era negociada na Nasdaq nesta sexta-feira (10).

Publicidade

Após a divulgação do balanço 1T24, o Goldman Sachs e o Santander reiteraram suas visões positivas para a MELI, com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 2.160 e US$ 2.100 por papel, respectivamente.

Na visão do Itaú BBA, os resultados recentes apresentados pelo Mercado Livre indicam que os fundamentos de longo prazo não só permanecem sólidos, como estão acelerando. “Temos sinalizado que os atuais níveis de preços oferecem um bom ponto de entrada para MELI”, diz o time de research do banco. O BBA tem recomendação de outperform, equivalente a compra para o papel e preço-alvo de US$ 2.048.

O Mercado Livre ainda é apontado pelo BTG Pactual como o vencedor do e-commerce e pagamentos na América Latina, dado o fortalecimento da vantagem competitiva da companhia em um ecossistema que vem se fortalecendo nos últimos anos. Isso faz o banco eleger o papel como o “top pick” do setor, com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 2.040.

“Ainda vemos uma tendência secular de crescimento do comércio eletrônico brasileiro, bem como de alguns mercados latino-americanos, com muito GMV (volume bruto de mercadorias) e uma participação no e-commerce mais alto do que os níveis pré-pandemia”, destacam Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Pedro Lima, analistas do BTG.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • AMER3
  • BHIA3
  • Conteúdo E-Investidor
  • Mercado Livre
  • mglu3
  • Top Picks
  • Varejo
Cotações
14/03/2026 23h28 (delay 15min)
Câmbio
14/03/2026 23h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

  • 3

    Ibovespa hoje tem 3ª maior queda do ano com IPCA acima do esperado e pessimismo global

  • 4

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 5

    Petróleo hoje salta após alerta da maior interrupção de oferta da história; Petrobras (PETR3;PETR4) sobe

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Negócios
Lucro líquido da Allos sobe 49,5% e atinge R$ 304,8 milhões no 4TRI25
Negócios
Lucro líquido da Allos sobe 49,5% e atinge R$ 304,8 milhões no 4TRI25

Companhia aponta que melhora na performance em shoppings e redução das despesas são os principais responsáveis pelos resultados do balanço do quarto trimestre de 2025

11/03/2026 | 08h35 | Por E-Investidor
Com queima de caixa, GPA (PCAR3) segue estratégia da Casas Bahia para reduzir dívidas
Negócios
Com queima de caixa, GPA (PCAR3) segue estratégia da Casas Bahia para reduzir dívidas

Nos últimos anos, o Grupo Pão de Açúcar não vinha conseguindo geração de caixa suficiente para cobrir os custos da dívida, que se soma R$ 4,5 bilhões

10/03/2026 | 15h14 | Por Julia Pestana e Altamiro Silva Junior
Construtoras populares devem brilhar no 4T25 enquanto alto padrão sofre com juros; veja o que esperar dos balanços
Negócios
Construtoras populares devem brilhar no 4T25 enquanto alto padrão sofre com juros; veja o que esperar dos balanços

Temporada de resultados do setor começa nesta quinta-feira (5) com a Tenda; veja as expectativas dos analistas

05/03/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
Natura (NATU3) firma acordo de US$ 67 milhões e marca “fim de um velho capítulo” ligado aos litígios da Avon, avalia XP
Negócios
Natura (NATU3) firma acordo de US$ 67 milhões e marca “fim de um velho capítulo” ligado aos litígios da Avon, avalia XP

Empresa assume responsabilidade pelo pagamento e firma acordo definitivo com montante equivalente a cerca de 3% de seu valor de mercado

23/02/2026 | 17h57 | Por Júlia Pestana

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador