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Negócios

Como a queda histórica de Nasdaq e S&P 500 reflete nos investimentos

Levantamento exclusivo mostra que Nasdaq e S&P 500 tiveram baixas históricas nos 5 primeiros meses de 2022

Por E-Investidor

02/06/2022 | 3:30 Atualização: 02/06/2022 | 7:39

Mau humor tomou conta das bolsas nos Estados Unidos nos primeiros meses de 2022. (Foto: Envato)
Mau humor tomou conta das bolsas nos Estados Unidos nos primeiros meses de 2022. (Foto: Envato)

(Jenne Andrade e Luíza Lanza) – Em meio a uma conjuntura que há anos não era observada nos Estados Unidos, com juros e inflação mais altos, as bolsas norte-americanas bateram recordes de queda entre janeiro e maio de 2022, com destaque para a Nasdaq, em que estão listadas as maiores empresas de tecnologia do mundo.

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De acordo com um levantamento feito por Einar Rivero, da TC/Economatica, o índice Nasdaq Composite acumulou uma baixa de 22,78% nos cinco primeiros meses deste ano. É a segunda pior performance para o período da história do indicador, criado em 1971. O único ano com queda superior à registrada em 2022 é 1973, quando os Estados Unidos e a economia global enfrentaram a primeira grande crise do petróleo.

O mesmo movimento foi observado no S&P 500, que reúne as 500 ações mais representativas da NYSE e Nasdaq e registra uma queda de 13,30%, a maior desde o intervalo entre janeiro e maio de 1970. Na época, o índice registrou uma baixa de 16,85%, em meio a uma grave recessão.

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Já o Dow Jones, um dos mais antigos índices do mercado norte-americano, apresentou uma derrocada de 9,21%. É a maior baixa para o período desde 2020, quando a pandemia começou.

O CPI (índice de inflação) de abril mostrou uma inflação de 8,3% em 12 meses, a maior para o mês desde 1981. O Federal Reserve (Fed, banco central americano) já adota o ‘remédio amargo’ para tentar conter o aumento nos preços. E esse tem sido um dos principais receios do mercado.

“O Fed acabou fazendo uma aposta arriscada, de que a inflação seria transitória, e errou. A pressão inflacionária continua e agora foi preciso subir os juros. Essa perspectiva acabou sendo precificada no mercado antes mesmo do Fed começar a agir e isso bateu no desempenho das ações”, explica William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue.

No início de maio, a taxa básica de juros americana foi elevada de 0,5 ponto percentual para o intervalo entre 0,75% a 1% ao ano. O Fed indicou novas altas de mesmo valor nos próximos encontros – sinalização que, de certa forma, aliviou o temor mais pessimista do mercado, que imaginava um aperto de 0,75 ponto percentual.

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O mercado reagiu bem à divulgação da ata do Fed em 25 de maio, reforçando que as próximas altas serão de 0,5 ponto percentual, interrompendo uma sequência de sete semanas de queda nas bolsas americanas. “O mercado começou a se questionar se o Fed estaria vendo um pico da inflação e conseguiu respirar depois de sete semanas, subindo em todos os setores”, diz Marcelo Oliveira, CFA e fundador da Quantzed, empresa de tecnologia e educação financeira para investidores.

Mas o movimento ainda não deve ser suficiente para um alívio da incerteza. Para Matheus Spiess, analista da Empiricus, trata-se apenas de um “dead cat bounce” – em tradução, o “pulo do gato morto”, expressão do mercado que se refere a uma pequena e breve recuperação no preço de um ativo em queda. “De maneira estrutural, ainda existe um movimento pessimista para ativos americanos, uma vez que o aperto monetário só começou agora. No contexto geral, ainda há espaço sistêmico para perdas adicionais”, afirma.

A pressão causada pelos juros, embora venha impactando de maneira geral todas as bolsas, é especialmente cruel com os ativos da Nasdaq por causa da concentração de empresas de tecnologia.

As techs são companhias de crescimento, que precisam financiar sua expansão. “Com o juro a 0% era mais fácil se financiar do que vai ser com o juros a 3%, 4% ou quem sabe 5% ao ano. Uma empresa de tecnologia é necessariamente uma empresa de crescimento e quando você tem menos crescimento na economia isso impacta negativamente o desempenho das ações”, explica Castro Alves, da Avenue.

EUA em recessão?

A persistência da inflação global tem levantado um ponto de preocupação ainda maior: a possibilidade de que a maior economia do mundo entre em recessão ou até o início de um período de estagflação. Este é o nome dado aos ciclos da economia marcados por uma alta generalizada de preços e uma estagnação do nível de atividade econômica.

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A última grande baixa no S&P 500, em 1970, foi durante um período de estagflação. “Existe um temor de que a recessão nos EUA retorne a economia para um período de estagflação, pois vamos ter uma inflação muito forte, como já estamos acompanhando, somada a um baixo crescimento econômico. Isso foi visto nos anos 1970, com uma série de características peculiares com o fim do padrão ouro, fim dos acordos de Bretton Woods e choques do petróleo. Então é difícil traçar um cenário paralelo com aquele”, explica Rodrigo Lima, analista de investimentos e editor de conteúdo da Stake.

Por enquanto, o cenário ainda pode caminhar para um lado mais positivo caso os esforços do Fed em aumentar os juros resultem em uma inflação mais controlada por lá, explica o analista. “O mercado de trabalho nos Estados Unidos está muito aquecido, o que dá margem para o Fed ser mais agressivo nos juros. Se isso se refletir em mais crescimento econômico, é bom para as bolsas no mundo todo”.

Mas essa visão mais otimista não é unanimidade. Para Spiess, da Empiricus, as respostas monetárias e fiscais do Federal Reserve à pandemia da covid-19 geraram uma onda de liquidez no mercado que a alta de juros não será suficiente para conter. “O temor que se coloca é o BC não conseguir controlar a inflação e ter que fazer um aperto muito mais acelerado. Mas isso colocaria a instituição em uma sinuca de bico, não necessariamente o aperto monetário vai controlar a inflação, porque ela tem origem na oferta e não na demanda”, explica.

A possibilidade de recessão não é exclusividade dos Estados Unidos. Para o estrategista-chefe da Avenue, o processo de desaceleração da economia na Europa está ainda mais intenso do que no mercado norte-americano. Permanecem em jogo os outros fatores que ainda pressionam as bolsas, como a guerra entre Rússia e Ucrânia e os lockdowns na China, que geram gargalos de oferta e mantém a inflação em alta pelo mundo. “A guerra entre a Rússia e a Ucrânia é um vetor importante, porque, além dos choques da oferta, gera uma perspectiva de menor crescimento na Europa. Que vem em um momento em que os Estados Unidos também estão desacelerando a economia. E ainda tem a China crescendo menos”, diz Castro Alves.

O que investidor pode esperar

Para Marcelo Oliveira, da Quantzed, a tendência de mercado ainda é para baixo, apesar dos sinais de leve recuperação. O investidor que pretende diversificar no mercado americano precisa ter cautela para não ter o dinheiro esmagado. “É hora de a turma ficar na Selic, no máximo comprar um pouco de dólar e mandar pra corretora offshore”, afirma Oliveira. “Ainda não é momento de comprar bolsa nos EUA”.

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Mas há quem acredite que, tomando os devidos cuidados, dá para pescar algumas oportunidades no mercado internacional. “Quando qualquer pessoa consegue listar motivos para não comprar ações, temos que buscar pensar de forma contrária. Não é à toa que Warren Buffett acabou de desembolsar US$ 40 mi para comprar ações”, destaca William Castro Alves, da Avenue.

E dá para montar posição até em empresas de tecnologia, mesmo com toda a incerteza rondando o mercado e esses ativos, diz Rodrigo Lima, da Stake. A recomendação é dar preferência para as companhias do setor já geradoras de caixa, em detrimento das “non-profitable-techs”.

O analista dá um exemplo: enquanto a Uber, que nunca registrou lucro líquido em um ano fiscal, cai 47,8%, a Alphabet, holding do Google, cai 21,3% no ano. “Ainda deve ter muita volatilidade pela frente, mas pode ser que isso talvez desenhe uma oportunidade de entrada para esse tipo de companhias grandes geradoras de caixa”, diz o analista.

Se o cenário para as techs parecer muito desafiador, o investidor pode se voltar a outros setores, não tão descontados como as empresas de tecnologia, mas ainda negociando a múltiplos baratos.

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“Olhando setores nos EUA, temos as empresas de energia, com foco em petróleo e gás, ainda em um valuation bem mais atraente do que outros setores. O setor financeiro também negocia a múltiplos mais baratos. Mas vale lembrar que geralmente os bancos conseguem repassar bem os custos inflacionários para seus consumidores, o que pode ser positivo para o investidor”, destaca Lima.

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