O TC está nesta empreitada há tempos. A companhia anunciou a compra da corretora Dibran DTVM em junho de 2022, um controle que permitiria que os usuários negociassem ativos dentro da plataforma. Mas o aval do Banco Central demorou mais de dois anos para chegar, apenas em dezembro de 2024.
Nesse meio tempo, enquanto perdia receitas que previu com a aquisição, o TC passou por uma reestruturação. Criou uma empresa de agentes autônomos para se plugar à Genial, vendeu ativos importantes como a Economatica, demitiu centenas de funcionários, trocou o CEO, agrupou as ações quando elas valiam centavos na Bolsa.
Para Eduardo Barone, CEO do TC, o início do período de pré-cadastro é um “marco histórico” para a companhia, que vem trabalhando há anos para se tornar uma corretora de valores. “Vemos essa conquista como o início de uma nova fase: a de monetizar nossa base de audiência, que acompanha e interage diariamente com nossos conteúdos.”