O conteúdo da cesta básica varia conforme a região do país, mas geralmente inclui itens como arroz, feijão, leite, carne, farinha, frutas, legumes, óleo de cozinha, açúcar e café. Entre os itens que mais encareceram, o que se destacou e surpreendeu os consumidores: o café.
O café teve aumento em todas as capitais analisadas, com variação de preços que foi de 6,66% em São Paulo a expressivos 23,81% em Florianópolis.
Diante do aumento dos preços, o governo federal, conforme o Estadão, anunciou o planejamento de implementar cinco medidas para tentar reduzir o impacto da inflação dos alimentos na renda dos brasileiros:
1. Alíquota zero para importação de alimentos
O governo reduzirá a alíquota de importação para diversos itens, como azeite de oliva, sardinha, biscoitos, café, carnes, açúcar, milho e macarrão, na esperança de aumentar a oferta e reduzir os preços no mercado interno.
2. Flexibilidade na fiscalização sanitária
A inspeção de produtos de origem animal poderá ser realizada por órgãos municipais, garantindo maior agilidade no processo e possível redução de custos para os produtores.
3. Fortalecimento dos estoques reguladores
Estoques reguladores são reservas de alimentos adquiridas pelo governo, quando os preços estão baixos e liberadas no mercado quando os valores sobem. No entanto, esses estoques estavam praticamente zerados em gestões anteriores e serão reabastecidos.
4. Publicidade dos melhores preços
Em parceria com supermercados, o governo pretende divulgar as melhores promoções, auxiliando os consumidores a encontrarem produtos mais baratos.
5. Estímulo à produção da cesta básica
Conforme o Governo, o Plano Safra será ampliado com subsídios a empréstimos com juros menores para agricultores familiares e médios produtores que cultivam alimentos da cesta básica.
Enquanto o governo busca alternativas para frear os aumentos, consumidores devem ficar atentos às promoções e buscar opções mais acessíveis para garantir os itens da cesta básica dentro do orçamento.
Colaborou: Renata Duque.