A principal medida aprovada foi um indicativo de greve de 24 horas marcada para o dia 11 de janeiro de 2024, sujeito à apreciação em uma nova Assembleia a ser realizada em 5 de janeiro, às 14h30.
Os funcionários do Banco Central buscam valorização e reconhecimento em suas carreiras, incluindo ajuste salarial, bônus por produtividade e aprimoramentos nas trajetórias profissionais.
Além da questão salarial, a autonomia na gestão das substituições na Autarquia é uma preocupação central. A administração central assumiu o controle sobre as nomeações para funções comissionadas, o que gerou descontentamento entre os servidores, levando-os a buscar a efetivação dessas substituições por meio do Judiciário.
“Quaisquer que eventualmente tenham sido os esforços de defesa de nossas atuais reivindicações pela Diretoria Colegiada do Bacen, eles, até o momento, demonstraram-se evidentemente ineficazes, sendo necessário que essa Diretoria redobre esses esforços; Qualquer tentativa de encaminhamento, por membro da Diretoria Colegiada ou pelo conjunto do órgão, de proposta que interfira sobre a estrutura de nossa carreira e que não seja discutida previamente com o conjunto dos servidores e suas entidades sindicais representativas implica a reincidência em erros do passado recente e tem o nosso repúdio”, declara parte da moção divulgada.
Colaborou: Renata Duque.