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Radar da Imprensa

Títulos pós-fixados são a bola da vez no mercado de renda fixa? Especialista responde

A elevação da Selic para 10,75% ao ano trouxe dúvidas sobre a melhor forma de investir em renda fixa

Por Jéssica Anjos

25/09/2024 | 16:40 Atualização: 25/09/2024 | 16:40

Títulos pós-fixados. Foto: Adobe Stock
Títulos pós-fixados. Foto: Adobe Stock

A recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de elevar a Selic para 10,75% ao ano trouxe dúvidas sobre a melhor forma de investir em renda fixa. Para muitos, os títulos pós-fixados, que acompanham a taxa de juros, poderiam ser o destaque do momento.

Leia mais:
  • O mercado trilionário de ativos alternativos
  • Como os cortes nos juros afetam os títulos pós-fixados?
  • Renda fixa: o que fazer com títulos pós-fixados na queda dos juros?
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No entanto, Marília Fontes, cofundadora da Nord Research, tem uma visão diferente sobre o cenário atual. Em matéria do E-Investidor, a especialista explicou que o mercado de renda fixa está fortemente impactado pela questão fiscal do Brasil, e os títulos pós-fixados não são a melhor escolha no momento, mesmo com a alta da Selic.

“Não vejo nenhum benefício nesses títulos com a alta da Selic, porque temos bastante prêmio nos prefixados e nos títulos IPCA+. O mercado ainda está assustado com a questão fiscal no Brasil”, afirma Fontes.

O que explica essa preferência pelos prefixados e IPCA+?

Atualmente, os títulos prefixados oferecem retornos de até 12% ao ano, enquanto os IPCA+ chegam a 6,6%, o que representa um prêmio considerável. A atratividade desses investimentos, de acordo com Marília Fontes, está diretamente ligada ao risco fiscal do país e à expectativa de inflação.

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“Precisamos aguardar para entender se o governo vai cortar gastos ou vai mudar a meta fiscal novamente. Dependendo disso, os prefixados continuarão vantajosos”, destaca a especialista.

Qual é o risco dos pós-fixados?

Os títulos pós-fixados, que acompanham a Selic, podem parecer atraentes em tempos de juros elevados. No entanto, essa aparente vantagem é contrabalançada pelo cenário de incerteza fiscal. A projeção de uma Selic a 12% até o final de 2024 já está precificada nos títulos disponíveis no mercado, o que reduz o apelo de novos investimentos nesse tipo de papel.

Colaborou: Renata Duque.

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