Segundo o executivo, que participou de apresentação online a investidores, uma nova onda de contaminações coincidiria com a efetivação de uma vacina contra o coronavírus e pegaria a empresa “muito bem preparada para enfrentá-la”. “Isso (risco de nova onda de covid-19) está sempre no nosso planejamento de riscos…Mas neste momento não vemos essa segunda onda causando impactos grandes em nossos negócios”, disse Werneck.
Nesta quarta-feira, a Comissão Europeia anunciou contrato de suprimento de até 300 milhões de doses da candidata a vacina contra covid-19 da Pfizer e da BioNTech. A vacina das duas empresas é uma das primeiras a mostrar dados provisórios bem-sucedidos de um teste clínico de larga escala contra o coronavírus.