O time de analistas de Transporte e Logística do BBA, liderado por Gabriel Rezende, destaca também que o codeshare não depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
“Além disso, essa notícia pode aumentar a percepção dos investidores sobre a possibilidade de uma fusão entre as companhias aéreas. Considerando que a Azul voa sozinha em mais de 80% de suas rotas, combinar seus negócios poderia desbloquear sinergias de receita substanciais além das economias de custos para a empresa combinada”, acrescenta o time.
O BBA reitera recomendação outperform (equivalente a compra) para Azul. O preço-alvo de R$ 24 representa um potencial de valorização de 143,65 sobre o fechamento de quinta-feira (23).