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“Não é o fim do mundo”, diz executivo do Banco do Brasil (BBAS3) sobre inadimplência do agro

Mesmo com a inadimplência do agro, analistas estimam que a empresa tende a ser maior pagadora de dividendos entre os bancos

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

30/10/2024 | 18:06 Atualização: 30/10/2024 | 18:06

Marco Geovanne Tobias é o CFO do Banco do Brasil BBAS3 (Foto: Bruno Andrade/E-Investidor)
Marco Geovanne Tobias é o CFO do Banco do Brasil BBAS3 (Foto: Bruno Andrade/E-Investidor)

O CFO do Banco do Brasil (BBAS3), Marco Geovanne Tobias, comentou que as questões climáticas devem impactar a inadimplência do agronegócio no balanço do terceiro trimestre de 2024, mas quew isso “não é o fim do mundo”. A fala foi proferida pelo executivo em evento do AGF nesta quarta-feira (30).

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“Vocês viram as questões climáticas e as medidas para o nosso portfólio. A gente acredita que vamos conseguir passar bem por essa questão conjuntural. Mas o agronegócio é parte pujante da economia brasileira, isso não é o fim do mundo. Claro que quando acontece um evento climático extremo temos de estar preparados. A política de crédito rural do governo é boa, nós temos seguros”, afirmou Tobias.

A declaração acontece em um momento complicado para o Banco do Brasil em relação à inadimplência do agronegócio. Analistas do mercado financeiro estimam que isso pode fazer com que a companhia tenha o pior balanço entre os quatro principais bancos do país (além do BB, Itaú, Bradesco e Santander).

O que esperar do balanço do Banco do Brasil no 3T24?

Os especialistas avaliam que os números do BB no 3T24 não serão totalmente ruins, devido ao contexto e à comparação com o balanço da empresa no terceiro trimestre de 2023. Para Milton Rabelo, o Banco do Brasil deve revelar um resultado mais fraco, por causa da deterioração da qualidade do crédito do segmento rural, em que a instituição é líder de mercado.

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“O aumento da inadimplência no setor deve aumentar o volume de provisões que, por sua vez, impactarão os resultados do terceiro trimestre de 2024. O lucro deve ser pouco inferior ao reportado no segundo trimestre deste ano. Além disso, é razoável esperar uma pressão na rentabilidade, mas que ainda deve se manter num patamar elevado”, afirma Rabelo.

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A equipe da Ágora Investimentos e do Bradesco BBI estima que o Banco do Brasil deve anunciar uma desaceleração na receita de tarifas, enquanto as despesas operacionais podem permanecer sob controle. O lucro líquido, segundo os analistas, pode atingir R$ 9,5 bilhões no terceiro trimestre de 2024, alta de 8,2% na comparação com o terceiro trimestre de 2023.

Régis Chinchila, da Terra Investimentos, estima que o Banco do Brasil deve lucrar R$ 9,4 bilhões no terceiro trimestre de 2024, alta de 8% na comparação anual. Ele observa que o banco sofrerá com a alta da inadimplência do agronegócio e ter o pior resultado entre os quatro. No entanto, o especialista pondera que o segmento não será de todo ruim e ainda pode gerar alguns frutos maduros e saudáveis, trazendo esse crescimento na base anual, o que pode impactar positivamente em quanto o Banco do Brasil deve pagar em dividendos.

Quanto o Banco do Brasil deve pagar em dividendos?

Embora o banco estatal possa trazer o pior resultado entre os quatro maiores do país, o Banco do Brasil tende a ser o maior pagador de dividendos nos próximos 12 meses. As estimativas da VG Research são de que o BB deve pagar cerca de 10% do seu valor de mercado em proventos. Nas projeções da Terra Investimentos, os dividendos de BBSA3 devem ficar em 12% do preço da ação da empresa. Já na visão de Marques, o BB entregará um rendimento em dividendos (dividend yield) de 11,2%. A Ágora estima que o Banco do Brasil deve pagar dividendo de 10,4% do seu valor de mercado.

Os analistas da reportagem ressaltam que, embora o banco pode ter um resultado ruim devido ao agronegócio, a ação está atrativa e descontada em relação aos lucros e dividendos que o papel pode entregar. Desse modo, todos os analistas recomendam compra para as ações do Banco Brasil. Ainda durante o evento da AGF, o CFO do BB comentou sobre um possível aumento do porcentual do lucro a ser pago em dividendos. Veja detalhes nesta reportagem.

 

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