Para o terceiro trimestre deste ano, as analistas Mary Silva e Melina Constantino esperam queda de 2,5% no volume de cervejas no Brasil, na comparação anual, e crescimento de 6% na receita por hectolitro (hl), também em relação ao mesmo período do ano passado. Neste sentido, elas apontam que, nos resultados anteriores, “a gestão do mix de vendas, com a priorização de marcas premium, e o ganho de participação de mercado sustentaram o crescimento de receita/hl principalmente nos momentos em que a performance de volume foi mais fraca”.
A recomendação neutra para os papéis foi reiterada, e o preço-alvo de R$ 16 representa potencial valorização de 21,3% em relação ao fechamento de sexta, 6.