O Banco do Brasil avaliou que os resultados de receita e Ebitda da Suzano na comparação anual mostraram uma queda, mas reconheceu a recuperação presente no intervalo trimestral, impulsionado pela recuperação de preços da celulose nos últimos meses.
O BB também destacou o início da era de João Alberto Fernandez de Abreu, atual presidente da Rumo, na gestão da Suzano a partir de julho de 2024. O banco avalia que, considerando a continuidade da boa execução da atual diretoria, a perspectiva é que a Suzano alcance resultados operacionais resilientes nos próximos trimestres, considerando os efeitos das vantagens competitivas da companhia e do incremento de volumes previstos pelo início das operações do Projeto Cerrado, bem como por conta dos reajustes de preços.
“Mas entendemos que as incertezas com relação à demanda global de celulose em 2024 e o impacto da elevação da oferta global nos preços da commodity poderão pesar sobre os números da companhia à frente, e pressionar as ações SUZB3 e de todo o setor”, acrescentou a analista Mary Silva, responsável pelo relatório.