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Tempo Real

Ibovespa sobe com guerra comercial e temporada de balanços no radar; dólar cai

Índices dos EUA fecharam sem direção única, após falas do secretário do Tesouro sobre guerra comercial

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade,  Estadão Conteúdo e  Beatriz Rocha 

28/04/2025 | 6:08 Atualização: 28/04/2025 | 18:15

Ibovespa hoje subiu, enquanto índices americanos fecharam mistos. Foto: Adobe Stock
Ibovespa hoje subiu, enquanto índices americanos fecharam mistos. Foto: Adobe Stock

O Ibovespa hoje fechou em alta, enquanto os principais índices americanos encerraram sem direção única, após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos afirmar que as negociações da guerra comercial estão caminhando. Nesta segunda-feira (28), na Europa, os indicadores subiram também de olho nos balanços corporativos.

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O principal indicador da Bolsa de Valores brasileira avançou 0,21%, a 135.015,89 pontos. Foi o maior nível desde 16 de setembro e a sexta alta consecutiva.

Os índices de Nova York terminaram mistos, com S&P 500 subindo 0,06%, Dow Jones avançando 0,28% e o Nasdaq sofrendo baixa de 0,1%. Ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um novo plano de redução de impostos, que terá como foco os americanos que ganham menos de US$ 200 mil por ano.

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O programa será financiado pela arrecadação com as tarifas sobre importações ao país. Segundo ele, a proposta prevê que, com a implementação total das tarifas, “os impostos de renda de muitas pessoas serão substancialmente reduzidos, talvez até completamente eliminados”.

Além disso, o presidente americano afirmou que “o serviço de renda externa está acontecendo!” nos Estados Unidos, com a adoção das tarifas recíprocas. Anteriormente, Trump se referiu ao valor arrecadado com as sobretaxas como “Serviço de Receita Externa”, em alusão ao Serviço Interno de Receita (IRS, na sigla em inglês). Ao contrário do IRS, segundo o republicano, este novo sistema ajudaria a reduzir os impostos internos para os cidadãos americanos, utilizando os recursos vindos “de outros países”.

A questão do embate comercial entre EUA e China segue no radar. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que as negociações com países asiáticos “estão indo bem”, incluindo com Japão e Coreia do Sul. Em entrevista à CNBC, Bessent disse que vários países apresentaram boas proposta.

O secretário reconheceu haver um template padrão americano para conduzir as negociações e fechar os acordos comerciais, exceto com a China, que é “mais complicada” e precisa “ser conduzida à parte”. “Não vamos compartilhar nosso modelo”, afirmou, acrescentando que pretende alcançar “os melhores acordos para a população americana”.

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Bessent expressou otimismo particularmente sobre as negociações com a Índia, afirmando que deve ser um dos primeiros países a assinar um acordo. Ele ressaltou a importância da participação do presidente americano Donald Trump, alegando que cabe a ele a palavra final sobre os acordos comerciais com outros países. “Estamos comprometidos em tornar EUA o melhor lugar do mundo para entrada de capital e desregular a maior economia do planeta”, prometeu.

Na sexta-feira (25), Trump também disse que as negociações com o Japão estão muito bem, e que está perto de um acordo com Tóquio. “Os acordos comerciais estão indo bem, vamos fechar bons acordos”, disse, ao mencionar que o plano tarifário americano está “indo muito bem” e que os EUA ficarão “muito ricos”.

No cenário corporativo, o mercado deve ficar atento aos balanços das empresas de tecnologia, como Apple, Microsoft, Amazon e Meta Platforms. No Brasil, teremos o balanço da Gerdau (GGBR4) durante o dia, o que pode impactar o Ibovespa nesta terça Ao longo da semana, saem resultados de outras empresas, como Iguatemi (IGTI11), Marcopolo (POMO4) e Santander (SANB11). Com esse cenário e perspectiva, o dólar hoje abriu o dia a R$ 5,6922, alta de 0,08%. No entanto, a moeda mudou seu caminho, fechando em queda de 0,70% a R$ 5,6480.

Bolsas europeias sobem mais que o Ibovespa hoje

As bolsas europeias fecharam em alta na manhã desta segunda-feira, à medida que investidores reagem ao noticiário corporativo e aguardam balanços de uma série de grandes empresas da região e dos Estados Unidos. A agenda da Europa prevê nesta semana balanços de gigantes como HSBC, BP, Deutsche Bank e Shell.

Na Itália, o banco Mediobanca lançou hoje uma oferta de 6,3 bilhões de euros pelo concorrente local Banca Generali. A ação do Banca Generali saltou 5,17% em Milão, enquanto a do Mediobanca recuou 0,8%. Já em Londres, a Deliveroo dispariu 16,6%, após a empresa britânica de delivery de alimentos se tornar alvo de uma proposta de aquisição pela americana DoorDash.

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Em Paris, o CAC 40 subiu 0,50%, aos 7.573,76 pontos, enquanto o DAX, em Frankfurt, avançou 0,13%, para 22.271,67 pontos. Em Londres, o FTSE 100 teve alta discreta de 0,02%, aos 8.417,34 pontos. Já o Ibex 35, em Madri, teve alta de 0,75%, aos 13.456,10 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, para 37.465,52 pontos. O PSI 20, de Lisboa, caiu 1,01%, aos 6.872,80 pontos, pressionado pela queda de 3% da Galp Energia, terceira maior companhia do índice, após divulgar queda no lucro.

Vários países no continente europeu enfrentam corte de energia. Conforme a imprensa europeia, o apagão atinge todas as cidades da Espanha e de Portugal. Na França e na Itália, até agora, o apagão seria parcial. Comércio, serviços e transportes estão paralisados em várias cidades. O aeroporto internacional de Barajas, em Madrid, está fechado, de acordo com autoridades espanholas.

Segundo a imprensa portuguesa, a possível causa seria uma pane na rede elétrica da empresa Endesa que teria detectado uma falha na rede elétrica nacional da Espanha. Vários países da Europa ocidental têm a distribuição de energia unificada em redes, o que justificaria o
alcance da falha. De acordo com as informações iniciais, a internet continua funcionando, mas de forma precária nos todos os países afetados. Os mercados, de acordo com os comunicados emitidos até agora, estão funcionando normalmente.

Ásia fecha sem direção com mercado ainda atento à guerra comercial

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira, 28, à medida que investidores mantêm a cautela em meio a incertezas sobre o embate comercial entre EUA e China.

O índice japonês Nikkei subiu 0,38% em Tóquio, a 35.839,99 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi teve leve avanço de 0,10% em Seul, a 2.548,86 pontos, o Taiex registrou ganho de 0,81% em Taiwan, a 20.034,41 pontos, e o Hang Seng ficou praticamente estável em Hong Kong, com baixa marginal de 0,04%, a 21.971,96 pontos.

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Na China continental, os mercados ficaram no vermelho, apesar de recente promessa de líderes locais de acelerar a implementação de medidas de estímulo econômico. O Xangai Composto caiu 0,20%, a 3.288,41 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,93%, a 1.897,75 pontos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, alega que vem negociando a disputa tarifária com a China, enquanto Pequim categoricamente nega que tenha iniciado discussões a respeito. Com tarifas no centro das atenções, dados animadores da China ficaram em segundo plano: o lucro industrial chinês teve expansão anual de 2,6% em março, após queda de 0,3% vista no primeiro bimestre.

Como resultado, o lucro de grandes empresas industriais chinesas ao longo do primeiro trimestre subiu 0,8% ante igual período do ano passado. Na Oceania, a bolsa australiana garantiu o terceiro pregão consecutivo de ganhos, ao voltar de um feriado. O S&P/ASX 200 avançou 0,36% em Sydney, a 7.997,10 pontos.

Ouro fecha em alta à espera de dados dos EUA

Os preços do ouro subiram nesta segunda-feira, permanecendo acima de US$ 3.300 por onça, em uma recuperação após a queda registrada no início do dia, enquanto investidores aguardam dados econômicos importantes dos Estados Unidos previstos para esta semana.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de ouro para junho subiu 1,49%, fechando a US$ 3.347,7 por onça-troy, após atingir a máxima de US$ 3.350,9 durante o dia.

Petróleo fecha em queda

Os preços do petróleo fecharam o pregão desta segunda-feira em queda, revertendo os ganhos iniciais, enquanto investidores monitoram os desenvolvimentos geopolíticos e as perspectivas de aumento da oferta pelos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).

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Na Nymex, o contrato de petróleo WTI para junho caiu 1,54%, fechando a US$ 62,05 o barril. O Brent para julho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 1,53%, para US$ 64,79 o barril.

Para mais informações sobre o Ibovespa hoje, clique aqui.

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