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Mercado de varejo brasileiro está entre os mais caros do mundo, mostra BTG

O Índice Zara de 2024, elaborado pelo banco, mede o custo de aquisição de vestuário em vários países

Por Marcia Furlan

19/01/2024 | 18:33 Atualização: 19/01/2024 | 18:33

Varejo. (Foto: Envato Elements)
Varejo. (Foto: Envato Elements)

O Índice Zara de 2024, elaborado pelo BTG Pactual (BPAC11) para medir o custo de aquisição de vestuário em vários países, mostrou que os produtos Zara são agora 3% mais caros no Brasil do que nos EUA. No começo do ano passado, eram 1%, mas nesse intervalo o real se valorizou 9% ante o dólar.

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A pesquisa analisou uma cesta de 12 produtos, assim como nas três edições anteriores, em 54 países. O Brasil está no grupo dos mercados mais caros do mundo para os consumidores da rede varejista. Nesta edição, apenas 11 países apresentaram preços da Zara mais elevados do que os EUA.

Em relatório assinado pelos analistas Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Pedro Lima, o BTG afirma que, no início da pandemia, o consumo no Brasil foi impulsionado pela renda média adicional do auxílio emergencial e baixas taxas de juros que ajudaram na concessão de crédito e baixa inflação.

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No momento seguinte, houve uma inflexão nos fundamentos macroeconmico e uma recuperação desigual, com empresas expostos a famílias com rendimentos maiores registrando um desempenho superior.

Simultaneamente, dadas as restrições de rendimento, teve início um debate entre o poder da marca versus a batalha para aumentar os volumes de varejistas de preços baixos e operações de fast fashion, que se tornou ainda mais relevante à medida que a Shein e outras operações transfronteiriças ganharam espaço no Brasil.

Apesar de o País ser um lugar difícil para estrangeiros fazerem negócios, na opinião do BTG, Shopee e Shein adotaram mais sabores locais, testando lojas pop-up e estratégias de marketing brasileiras e atraindo vendedores daqui. Assim, o ímpeto deve persistir.

O banco estima que a Shein atingiu R$ 7 bilhões em GMV (Volume Bruto de Mercadorias, que refere-se ao valor total de mercadorias vendidas em um e-commerce ao longo de um período de tempo) no Brasil em 2022 e acima de R$ 10 bilhões em 2023 e tem como vantagens competitivas a velocidade de atendimento e a abordagem poderosa de mídia social, além dos preços baixos, embora sejam 70% maiores no Brasil do que nos EUA, segundo um levantamento usando uma cesta de 8 produtos em 15 países.

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Por outro lado, comparando uma cesta de 8 produtos entre varejistas locais, a plataforma chinesa é 28% mais barata que a Renner (LREN3), 31% mais barata que a Riachuelo e 33% mais barata que a C&A.

“As recentes medidas da Shein para expandir o fornecimento local deverão diversificar a sua produção, melhorar os níveis de serviço e alavancar o já elevado envolvimento e o tráfego orgânico na sua plataforma”, escrevem os analistas.

Com um potencial aumento na tributação, é possível que a passe a competir nas mesmas condições que as empresas locais e a enfrentar desafios semelhantes na expansão da capacidade de produção local. Mas, na avaliação dos analistas, a sua rapidez de colocação no mercado e a poderosa abordagem de venda devem continuar a ser uma enorme força num mercado competitivo.

O BTG afirma que, no varejo de moda, ainda tem preferência por empresas dedicadas à alta renda em detrimento da baixa renda, apontando nomes como Vivara (VIVA3), Track&Field (TFCO4) e Arezzo (ARRZ3). São empresas que registram impulso de curto prazo, exposição à recuperação mais rápida do consumo por famílias de renda mais alta, propostas omnicanal e perspectivas ainda decentes de crescimento de longo prazo.

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