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Carrefour (CRFB3): quanto o investidor pode receber por ação com a saída da Bolsa?

Nesta quarta-feira (12), o Conselho do varejista aprovou o fechamento de capital

Por Vinícius Novais e Julia Pestana

12/02/2025 | 11:49 Atualização: 12/02/2025 | 11:49

Fachada do Carrefour (CRFB3). Foto: Adobe Stock
Fachada do Carrefour (CRFB3). Foto: Adobe Stock

O Carrefour Brasil (CRFB3) informou, nesta quarta-feira (12), que foi aprovado pelos Conselhos de Administração da companhia e do seu controlador, o Carrefour S.A (CSA), a celebração de um Merger of Shares Agreement (Contrato de Incorporação de Ações) que estabelece os principais termos e condições de uma reorganização societária para unificação das bases acionárias da empresa e do CSA.

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Na véspera, a empresa informou que a reorganização tem como objetivo a deslistagem da companhia do Novo Mercado e a migração do seu registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de companhia aberta categoria “A” para emissor categoria “B”.

Em fato relevante enviado à CVM, a varejista afirma que no fechamento de capital do Carrefour Brasil a transação proposta será implementada por meio da incorporação da totalidade das ações de emissão da companhia por uma sociedade brasileira detida integralmente pelo CSA e o Carrefour Nederland B.V. (MergerSub).

Quanto o investidor pode receber com a deslistagem do Carrefour?

Visão da XP

A XP considera que a deslistagem das ações do Carrefour no Brasil podem seguir por três caminhos: pagamento em dinheiro de R$ 7,7 por ação; uma mistura de pagamento em dinheiro de R$ 3,85 por ação e ações do Carrefour França; ou pagamento total em ações da empresa francesa. A corretora espera que a primeira opção seja a mais provável para os acionistas locais. Já a Peninsula, empresa de investimento da família Diniz, deve optar pela última opção, como noticiou o Broadcast.

A XP destaca, no entanto, que a proposta está sendo analisada por um comitê independente, com discussões em estágio avançado. Se bem-sucedida, a proposta deverá ser submetida à aprovação em uma assembleia geral de acionistas, na qual apenas os acionistas minoritários poderão votar. A corretora espera que o negócio seja aprovado até o segundo trimestre.

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Até lá a aposta é que o papel será negociado com base nas proporções propostas para a operação. “Vemos um efeito positivo da proposta para os pares do Carrefour Brasil, com os termos propostos atuando como um potencial piso de valuation (valor do ativo), a 8 vezes o preço sobre lucro (P/L) de 2026, enquanto o momento do anúncio pode ser visto como uma indicação positiva para tendências futuras”, dizem os analistas Danniela Eiger, Gustavo Senday e Laryssa Sumer.

Com a notícia da deslistagem, a XP alterou o preço-alvo para R$ 7,70 o que representa um potencial de 8,45% considerando o último fechamento. “A ação não deverá mais negociar com base em fundamentos e, em vez disso, provavelmente permanecerá próxima da proposta de R$ 7,7 em dinheiro”, afirmam.

O time avalia ainda que a operação tem ainda uma leitura positiva para os pares do setor varejista. “Vemos os termos de avaliação propostos, em 13 e 8 vezes o preço sobre lucro para 2025 e 2026, respectivamente, como uma referência potencial para outros players de C&C, com Assaí e Grupo Mateus já negociando em níveis semelhantes em 2026”, observam.

“Além disso, o momento da transação pode ser visto como uma indicação positiva para tendências futuras”, diz o trio. A corretora também reforça sua recomendação de compra para Assaí e Grupo Mateus.

Visão do Bradesco BBI

O Bradesco BBI observa que as ações do Carrefour estão com uma forte valorização intradiária e que, neste ritmo, podem atingir a cotação de R$ 7,70 por papel. No entanto, o banco entende que esse preço só deve ser alcançado caso o mercado ganhe confiança de que a transação proposta pela matriz francesa não será “descarrilada”, levando a concretização da deslistagem do papel.

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“Neste momento, os cálculos são feitos com base na materialização da transação”, afirmam os analistas Pedro Pinto e Lorenzo Marques, em relatório.

De acordo com as regras da CVM, dois terços do free float (ações em circulação no mercado) devem concordar com os termos de deslistagem. A Península (com uma participação de 7,3% dentro do free float de 32,6%; ou 22,4% do free float total) apoiou totalmente a transação, de acordo com o fato relevante da controladora.

“Com isso, acreditamos que os outros minoritários devem ver o prêmio oferecido como atrativo (20% acima do preço de terça-feira (11)) à luz das circunstâncias de mercado”, avaliam os profissionais. Na véspera, a ação fechou a R$ 7,10 e hoje, às 10h20, valiam R$ 7,22, variação diária positiva de 1,69%.

O Bradesco menciona o valor de R$ 7,70, pois é a opção da ação resgatável Classe A sugerida pelo Carrefour França e que, na avaliação do banco, é a mais “atrativa” frente as opções Classe B e C.

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“Nas taxas de câmbio atuais do euro frente ao real e nos preços das ações da controladora e subsidiária do Carrefour, o pagamento em dinheiro de R$ 7,70 sem contrapartida de ação resgatável renderia o maior ganho relativo de arbitragem em comparação com as outras opções”, afirmam.

A conclusão da transação ainda está condicionada à aprovação dos acionistas minoritários do Carrefour Brasil detentores do free float, durante uma Assembleia Geral Extraordinária programada para o segundo trimestre deste ano. Se aprovada, a transação deve ser finalizada antes do final do mesmo trimestre, segundo o Bradesco BBI.

Para além disso, o banco avalia que a controladora na Europa já participa e influencia as decisões mais estratégicas em relação à subsidiária Carrefour Brasil. Com isso, os analistas do Bradesco acreditam que o ambiente competitivo “feroz” pode não ver grandes mudanças com a transação.

O banco reitera recomendação neutra para o Carrefour (CRFB3), e mantém o preço-alvo de R$ 7,00, o que representa um potencial de desvalorização de 1,40% frente o fechamento de terça-feira (11).

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