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Por que as ações das Casas Bahia (BHIA3) caem 5,7% nesta sexta

A empresa encerrou o terceiro trimestre de 2023 com R$ 2,8 bilhões em caixa e uma dívida bruta de R$ 3,7 bilhões.

Por que as ações das Casas Bahia (BHIA3) caem 5,7% nesta sexta
Loja do grupo Casas Bahia (Foto: Felipe Rau/ Estadão Conteúdo)

As ações das Casas Bahia (BHIA3) recuavam 5,7%, a R$ 8,44 às 16h22 desta sexta-feira (23). Para Artur Horta, especialista em investimentos da GTF Capital, a queda de hoje é devido a um movimento de realização de lucros. “Os investidores que lucraram com a alta da ação nos últimos dias estão vendendo A ação fez uma mínima histórica em 5 de fevereiro e, desde então, subiu mais de 20%”, explica Horta.

No dia 5 de fevereiro, a ação das Casas Bahia bateu sua mínima histórica, de R$ 6,70. Pode parecer confuso para quem acompanhou o papel que já chegou a valer menos de R$ 1. É que a empresa fez um agrupamento de ações no dia 28 de dezembro, juntando 25 papéis para valer somente 1. Com isso, o valor de cada ação ficou bem cima de R$ 1, mas o valor de mercado se manteve o mesmo.

É hora de comprar ações das Casas Bahia (BHIA3)?

Segundo Carlos Soares, analista da Mirae Asset, o investidor não deve aproveitar a queda de hoje para comprar as ações das Casas Bahia. “Não recomendo compra, pois a empresa está altamente endividada e precisa encontrar caminhos para resolver esse problema”, afirma Soares.

A empresa encerrou o terceiro trimestre de 2023 com R$ 2,8 bilhões em caixa e uma dívida bruta de R$ 3,7 bilhões. Analistas temem que esse endividamento alta não seja rapidamente solucionado, visto que a dívida é maior que o caixa.

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Além disso, o CEO da companhia, Renato Franklin, havia dito na teleconferência do balanço do terceiro trimestre que a companhia não deve voltar ao lucro em 2024, o que deixa os analistas mais receosos com a companhia.

Ainda assim, Horta, da GTF Capital, acredita que a ação não deve cair nos próximos dias. “Boa parte dessas dificuldades já estão precificadas, com a ação perto da mínima histórica”, conclui Horta.

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