• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Saiba se vale investir nos EUA diante de cenário econômico conturbado

Especialistas reforçam que é possível investir em ativos americanos mesmo em meio à instabilidade

Por Bruna Camargo, Estadão Conteúdo

29/03/2023 | 17:22 Atualização: 30/03/2023 | 10:46

Olhar para o cenário macro e para a capacidade de uma empresa resistir a crises é fundamental na hora de aplicar seus recursos. Foto: Envato Elements
Olhar para o cenário macro e para a capacidade de uma empresa resistir a crises é fundamental na hora de aplicar seus recursos. Foto: Envato Elements

Inflação elevada em meio a pleno emprego enfrentada por um forte aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Uma desaceleração econômica – para alguns, recessão iminente. E ainda uma turbulência no setor bancário com anúncios de quebra ou ajuda a instituições financeiras quase todo dia.

Leia mais:
  • Dívidas do Signature Bank serão vendidas pelo Newmark Group
  • Bancos se preparam para receber empresas cripto após quebras nos EUA
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os Estados Unidos experimentam uma sucessão de elementos macro e microeconômicos capaz de tornar a vida do investidor exposto a ações americanas pouco tranquila. Nesse cenário de desassossego, há quem prefira ficar na renda fixa. Mas especialistas ouvidos pelo Broadcast Investimentos destacam que existe espaço para quem investe em uma seleção criteriosa de papéis e outros ativos independentemente do cenário macroeconômico.

“Uma escolha criteriosa de empresas para investir vai ser muito mais importante agora do que foi nos últimos dez anos”, afirma Rodrigo Lobo, sócio da Nextep Investimentos, gestora que toma decisões de investimentos olhando para cada ação, não com base em análises e previsões macroeconômicas. Segundo Lobo, ao longo da última década, “os preços das ações americanas subiram ininterruptamente”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Basicamente, qualquer ação que se comprasse estaria mais cara em um ou três anos para frente e, provavelmente, daria um retorno muito bom”, disse Lobo. “Acho difícil que essa bonança volte num prazo relativamente curto”, acrescentou.

A avaliação do sócio da Nextep é de que se trata de um momento de fechamento do ciclo que começou em 2008, com a crise financeira global. Naquele ano, os bancos centrais, “principalmente o BC americano, tomaram a decisão de enfrentar a crise e os problemas de liquidez que a economia enfrentava na época ‘jorrando’ recursos no mercado e estimulando de maneira agressiva a economia”. Essa mesma aposta, lembra Lobo, foi “retomada com a pandemia”. “Pessoas poderiam ter sofrido muito mais se não fossem essas medidas, mas toda festa um dia acaba e depois vem a ressaca”, pondera Lobo.

E nesse “fim de festa”, a gestora segue focada em olhar para empresas mais que para o cenário. Embora não fale sobre os papéis de maior peso em seu fundo de ações, algumas companhias que a Nextep tem na carteira são Berkshire Hathaway, GE e Google.

Maria Antonia Viuge, sócia e analista sênior da Nextep, diz que o objetivo é “identificar empresas que têm modelos de negócios resilientes a um ambiente inflacionário, que conseguem repassar preço, que têm time de executivos experiente e comprometido e alinhados com o interesse do acionista minoritário”. “E tudo isso tem que ser empacotado em um preço que oferece boa margem de segurança. Considerando que os próximos anos serão difíceis, quais empresas a gente quer ter na carteira, quais os múltiplos que estamos dispostos a pagar por esses ativos?”, pondera a analista, que destaca não apostar no chamado “market timing”.

Publicidade

Mas Lobo faz a ressalva de que o cenário macro interessa para a seleção de “boas oportunidades”, uma vez que “reações desproporcionais dos mercados” a determinados acontecimentos podem abrir espaço para “ajustes de portfólio em alguma posição que vale a pena”. “A gente não baseia nossas escolhas no contexto macro, mas toma vantagem de um cenário que pune muitas empresas de altíssima qualidade só por uma questão de expectativa”, acrescenta Viuge.

Segundo Lobo, em 2020, a gestora aproveitou quedas de ações para ajustar posições – o que já não aconteceu, ao menos por enquanto, com o início da turbulência no setor bancário.

Oportunidade na curva de juros e em ouro

“Não tem nada no momento que a gente olhe e gostaria de comprar”, crava Ruy Alves, gestor macro global da Kinea Investimentos. Levando em consideração o cenário macroeconômico para a tomada de decisões, o gestor também observa a mudança nos mercados na última década e, mais recentemente, o aperto nas principais economias que começou a ser sentido também pelas empresas, o que apoia sua visão pessimista.

“Hoje eu recebo para vender o S&P. Ter uma posição vendida [que aposta na queda] paga 5% ao ano, quando antes pagava 0%. Da mesma maneira que carregar uma posição comprada [que aposta na alta] no S&P anteriormente me custava 0%, e hoje me custa 5% ao ano. Quando você aperta a política monetária, não aperta somente a economia, aperta os mercados também”, afirma Alves. Ele espera que em algum ponto entre o segundo semestre deste ano ou no primeiro do ano que vem, a economia global terá um “momento mais difícil”.

Assim, o gestor diz manter posição vendida em equities no exterior, uma vez que aumentou o custo para manter uma posição comprada, a liquidez global está sendo retirada e os lucros das empresas devem começar a sofrer. Segundo Alves, a Nvidia, empresa ligada à inteligência artificial, está entre as poucas posições em Bolsa que alguns fundos ainda carregam.

Publicidade

E como a Kinea está posicionada nos Estados Unidos? Alves revela estar comprado em posições que se beneficiam da inflação – principalmente a de médio prazo – mais alta que o precificado pelo mercado atualmente. E conta que tem posição tomada, ou seja, apostando na alta das taxas curtas, pois avalia que o mercado “agiu muito agressivamente”, colocando “muitos cortes de juros em um período muito curto”.

Alves destaca ainda que a gestora tem uma visão positiva para ouro, em vista de o Fed precisar “lutar menos” contra a inflação. Sobre as economias europeias, a asset tem posição comprada em juros na Alemanha e vendida em juros na Itália e, sobre o Japão, o gestor avalia que o iene está barato.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bancos
  • EUA
  • Inflação
Cotações
05/02/2026 8h17 (delay 15min)
Câmbio
05/02/2026 8h17 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 3

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

  • 4

    XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

  • 5

    Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Últimas: Tempo Real
Futuros de NY operam mistos com Dow Jones em queda à espera de dados do mercado de trabalho
Tempo Real
Futuros de NY operam mistos com Dow Jones em queda à espera de dados do mercado de trabalho

Investidores aguardam divulgação do relatório Jolts nesta quinta-feira (5), após adiamento devido à paralisação do governo americano

05/02/2026 | 07h26 | Por Manuela Miniguini
Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em queda; Seul despenca
Tempo Real
Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em queda; Seul despenca

Ações de tecnologia pressionam mercados em Tóquio e Seul após queda do Nasdaq; Kospi lidera perdas

05/02/2026 | 06h47 | Por Redação
Agenda econômica de quinta-feira: decisão de juros no Reino Unido e coletiva do BCE dominam o dia
Tempo Real
Agenda econômica de quinta-feira: decisão de juros no Reino Unido e coletiva do BCE dominam o dia

Quinta-feira (5) concentra decisões de política monetária na Europa, dados do mercado de trabalho nos EUA e a balança comercial do Brasil

05/02/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Santander Asset mantém visão favorável para renda fixa e ações brasileiras em fevereiro
Tempo Real
Santander Asset mantém visão favorável para renda fixa e ações brasileiras em fevereiro

Asset também enxerga que a Selic terá redução a partir de março, podendo terminar 2026 em 12,5% ao ano

04/02/2026 | 21h30 | Por Arícia Martins

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador