• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Banco Central deve manter taxa de juros em 15%. Veja o que fazer com seus investimentos

Copom deve manter Selic em 15%. Investidor deve se proteger no CDI e ter foco no longo prazo

Por Leo Guimarães

30/07/2025 | 3:00 Atualização: 30/07/2025 | 10:49

Há uma expectativa de que o Banco Central cite o tarifaço de Trump no comunicado. Foto:  AdobeStock
Há uma expectativa de que o Banco Central cite o tarifaço de Trump no comunicado. Foto: AdobeStock

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (30) já é considerada certa pelo mercado, que espera a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano. A novidade, no entanto, pode estar no comunicado, que poderá trazer um novo fator de incerteza.

Leia mais:
  • Embraer (EMBR3) sobe com possibilidade de ser poupada do tarifaço de Trump; entenda
  • “Gigantes do mercado” estão otimistas com o Brasil – e investem pensando em 2026
  • Boletim Focus: o que esperar dos juros em semana de decisão da Selic?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Há uma expectativa de que o Banco Central mencione o tarifaço — sobretaxa de 50% determinada por Donald Trump sobre produtos brasileiros — previsto para entrar em vigor na sexta-feira (1º). A medida, no entanto, não deve ter peso suficiente para alterar a política monetária neste momento.

“O Copom deve mencionar o grau elevado de incerteza trazido pelas novas tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos, que adicionam volatilidade ao cenário”, comenta Bruno Fratelli da Journey Capital.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Enquanto os juros básicos não se alteram, o investidor deve manter o foco no longo prazo, com uma carteira adaptada ao seu perfil de risco, apontam os especialistas. “O Copom já está bem precificado. A decisão não deve trazer grandes volatilidades”, diz Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

Para ele, a Bolsa pode ser impulsionada em um futuro corte de juros, estimado para o início de 2026, mas o mais prudente agora é seguir a estratégia e aguardar a evolução do cenário. “O Banco Central deve manter o tom firme e reforçar seu compromisso com o controle da inflação e a preservação da sua credibilidade”, afirma Sung.

Dados indicam corte de juros?

A manutenção dos juros em patamares recordes acontece mesmo em um cenário de atividade econômica demonstrando desaceleração. O IBC-Br de maio caiu 0,7%, com indústria em retração e o comércio enfraquecido. Além disso, o Boletim Focus trouxe uma expectativa de inflação para 2026 caindo para 4,45%, retornando ao intervalo da meta.

Igor Barenboim, economista-chefe da Reach Capital, explica que, apesar dos dados apontando para uma possível redução de juros, o movimento ainda é frágil. “É tudo muito incipiente”, diz. Para ele, o ciclo de cortes ainda está distante. “A inflação não está na meta. Não tem nada para o BC fazer, a não ser observar e continuar vigilante”, afirma,  reforçando que ainda é preciso confirmar a desaceleração da economia.

A meta de inflação brasileira é definida pelo Conselho Monetário Nacional e, atualmente, é de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Ou seja, o teto é 4,5% e o piso é 1,5%.

Publicidade

Para Barenboim, a janela provável para iniciar os cortes é apenas no início de 2026. A projeção da Suno vai na mesma linha. “Vislumbramos um ciclo de cortes gradual, com a Selic encerrando 2026 em 13%”, afirma Sung.

Onde investir com Selic ainda em 15%?

A manutenção dos juros altos abre espaço para que o investidor continue na renda fixa e também aposte em ativos de risco, especialmente quem vê mudanças à frente. “Vale a pena ter bastante CDI, porque está pagando muito bem”, diz Barenboim. Ele vê boas oportunidades na Bolsa e em títulos prefixados e atrelados à inflação de longo prazo, considerando o cenário eleitoral e a questão fiscal no radar.

Ele comenta que o juro longo, a inflação longa e a Bolsa têm o mesmo risco, pois se o Brasil for mal, o investidor aplicado também vai mal. “Vale a pena você ter um pouco na carteira. Há uma possibilidade disso mais que dobrar em 18 meses. Acho que tem que ter uma fezinha de que o Brasil pode dar certo.”

Gustavo Sung reforça que a Bolsa pode se beneficiar quando os cortes finalmente começarem, apesar de não ser hora de pressa. “O investidor deve manter sua estratégia de longo prazo e construir uma carteira resiliente.” Mas quem gosta de tranquilidade, a renda fixa ainda segue como o porto seguro. “Com a Selic a 15%, produtos pós-fixados continuam oferecendo excelente relação risco-retorno”, diz Sidney Lima, da Ouro Preto Investimentos.

No crédito privado, é prudente evitar ativos muito arriscados. “Créditos de empresas muito endividadas vão sofrer quando a economia desacelerar”, aponta Barenboim. Ele recomenda escolher papéis de empresas com mais qualidade.

Publicidade

Sidney Lima concorda e reforça a importância de escolher bem os gestores. “Em momentos como este, a atuação de gestoras especializadas faz toda a diferença”, afirma. Ele cita Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fidcs) como exemplo de produtos que podem superar o CDI, desde que tenham governança sólida e garantias bem estruturadas.

O tarifaço e o Fed

Um dos pontos que devem aparecer no comunicado do Copom é o impacto das tarifas de 50% anunciadas por Trump sobre produtos brasileiros. Barenboim avalia que, embora a medida possa baixar os preços de alimentos como manga, laranja e carne no mercado doméstico, o efeito não será suficiente para alterar os juros no curto prazo. “Os economistas têm errado sistematicamente os impactos das tarifas. Não tem modelo para isso. Não dá para estimar direito”, explica o economista da Reach.

Nos Estados Unidos, a percepção é semelhante. “Apesar da desaceleração recente da inflação, os dirigentes preferem errar pelo excesso de cautela”, destaca Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos. A taxa americana determinada pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, deve seguir entre 5,25% e 5,50%, com dois cortes sendo esperados apenas para o segundo semestre — o primeiro em setembro.

Barenboim reforça que o tarifaço nos EUA foi inicialmente tratado como um desastre inflacionário, mas a realidade se mostrou menos grave. “A expectativa agora é de impacto de 50 pontos-base por ano. Então, não vai ter corte imediato”, afirma. O mercado espera dois cortes ainda neste segundo semestre.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Copom
  • Inflação
  • Investimentos
  • Renda fixa
  • Selic
  • tarifaço
  • Trump
Cotações
19/02/2026 10h02 (delay 15min)
Câmbio
19/02/2026 10h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em queda em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

  • 4

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 5

    Como recuperar dinheiro do Banco Pleno após liquidação: veja passo a passo do FGC

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Últimas: Tempo Real
Dólar recua com tensão geopolítica entre EUA e Irã e atenção ao Fed
Tempo Real
Dólar recua com tensão geopolítica entre EUA e Irã e atenção ao Fed

Câmbio sobe levemente a R$ 5,24 enquanto mercados monitoram risco de conflito entre EUA e Irã, sinais do Federal Reserve e dados econômicos no Brasil

19/02/2026 | 09h43 | Por Daniel Rocha
Correção do FGTS pelo IPCA: STF confirma nova regra e veta pagamento retroativo; veja o impacto no seu saldo
Tempo Real
Correção do FGTS pelo IPCA: STF confirma nova regra e veta pagamento retroativo; veja o impacto no seu saldo

Caso começou a ser julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada em 2014 pelo partido Solidariedade

19/02/2026 | 09h20 | Por André Ritchter, Agência Brasil
Ibovespa futuro sinaliza 190 mil pontos em dia de agenda nacional carregada e balança comercial dos EUA; dólar cai e petróleo avança
Tempo Real
Ibovespa futuro sinaliza 190 mil pontos em dia de agenda nacional carregada e balança comercial dos EUA; dólar cai e petróleo avança

Mercado reage a dados econômicos no Brasil e nos Estados Unidos, além de balanços corporativos e avanço das commodities

19/02/2026 | 09h14 | Por Manuela Miniguini
Dow Jones futuro e demais índices de NY sobem com agenda cheia nos EUA e divulgação da ata do Fed
Tempo Real
Dow Jones futuro e demais índices de NY sobem com agenda cheia nos EUA e divulgação da ata do Fed

Investidores monitoram balança comercial, pedidos de auxílio-desemprego e falas do Fed, enquanto rendimentos dos Treasuries sobem e dólar opera perto da estabilidade

19/02/2026 | 07h31 | Por Manuela Miniguini

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador