• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Dólar hoje: moeda dispara quase 2% e fecha a R$ 5,59 com exterior e falas de Galípolo

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, finalizou a sessão em alta de 0,46%

Por Beatriz Rocha

22/08/2024 | 18:00 Atualização: 22/08/2024 | 18:09

Notas de dólar (Foto: Envato Elements)
Notas de dólar (Foto: Envato Elements)

O dólar hoje voltou a subir no mercado doméstico de câmbio, após encerrar em leve queda de 0,02% na véspera. Nesta quinta-feira (22), a moeda americana fechou em alta de 1,98% cotada a R$ 5,5904, depois de oscilar entre máxima a R$ 5,5955 e mínima a R$ 5,4813. A cotação foi insuflada pelo fortalecimento global da moeda americana e pelo avanço das taxas dos Treasuries, além de certo desconforto com a comunicação do Banco Central brasileiro.

Leia mais:
  • Ativos inundam redes com promessa de retorno de até 30%
  • Máxima histórica: até onde vai o recorde do Ibovespa?
  • Como ganhar um salário de R$ 7 mil com dividendos da Petrobras
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já o índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, finalizou a sessão em alta de 0,46%, a 101,508 pontos, após ter atingido na quarta-feira (21) o menor nível desde dezembro do ano passado. Dessa forma, a alta da divisa americana neste pregão representou um comportamento global, enquanto os investidores mantêm o foco na trajetória das taxas de juros e nos indicadores econômicos dos Estados Unidos.

Os pedidos de auxílio-desemprego no país aumentaram para 232 mil na semana encerrada em 17 de agosto, frente à expectativa de 230 mil, segundo analistas consultados pela Reuters. Na semana anterior, o número de pedidos foi de 228 mil. O resultado reforça a percepção de enfraquecimento do mercado de trabalho americano, após uma revisão no dia anterior mostrar que os Estados Unidos criaram 818 mil empregos a menos do que o informado inicialmente nos 12 meses até março.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Dados da economia americana e declarações mais cautelosas de dirigentes do Federal Reserve, na véspera do discurso do presidente da instituição, Jerome Powell, no Simpósio de Jackson Hole, esfriaram apostas em corte mais agressivo de juros nos EUA neste ano. “O mercado veio nas últimas semanas bem animado com um ciclo de cortes relevante e hoje, com o discurso de dirigentes do Fed, houve uma moderação. As moedas emergentes sentiram o peso da recuperação do dólar lá fora e do aumento de prêmio na curva de juros americana”, afirma a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack.

Agora as atenções se voltam para o Simpósio de Jackson Hole, que reúne banqueiros centrais de todo o mundo. As expectativas estão concentradas especialmente no discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, na sexta-feira (23). “O mercado já está convicto de que haverá um corte de juros em setembro. A dúvida agora é se será um corte de 0,25 ou 0,50 ponto percentual, então os investidores estão de olho no discurso de Powell para ver se ele dará alguma pista sobre a condução da política monetária pelo FOMC, o Comitê de Política Monetária dos Estados Unidos”, afirma Bruna Sene, analista de renda variável da Rico.

“Tivemos um pouco de aversão ao risco hoje por conta do exterior que se refletiu no nosso câmbio. Houve dados divergentes de atividade nos EUA que trouxeram dúvidas sobre os próximos passos do Fed, aumentando a volatilidade”, diz a economista-chefe do Ouribank, Cristiane Quartaroli.

Ao componente de cautela externo somaram-se sinais de que há dissenso dentro do Banco Central (BC) brasileiro sobre o rumo da taxa Selic. Na terça-feira (20), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que é preciso cautela em relação às expectativas de alta de juros, alimentadas em grande parte por declarações recentes do diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo.

Publicidade

Pela manhã, o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, afirmou que o “excesso de ênfase” no balanço de risco para inflação “como instrumento de guidance” sobre a condução da política monetária causava “um pouco mais de desconforto”. Ele ressaltou, contudo, que o comunicado e a ata do Copom refletem uma visão coesa dos diretores do BC.

As máximas do dólar vieram à tarde em meio a declarações de Galípolo. Embora tenha dito que “reafirma todas as suas falas nos últimos dias”, vistas pelos investidores como um sinal de alta iminente da Selic, ele disse que o “balanço de riscos assimétrico” para a inflação não está “relacionado a um guidance” para os próximos passos do Copom.

Galípolo afirmou que “discorda que suas frases recentes colocaram o BC no corner”, ou seja, obrigado a subir os juros em setembro. Ele também negou que suas declarações representem “dissonância” com as de outros diretores do BC ou com as avaliações contidas na ata do Copom.

Parte da apreciação recente do real foi atribuída por analistas justamente ao tom mais duro de Galípolo, que ampliou as apostas tanto de investidores quanto de uma ala de economistas em alta da taxa Selic ainda em setembro. Era corrente também a avaliação de que a postura coesa do Copom aumentava a credibilidade da política monetária e afastava os temores de um BC leniente com a inflação a partir de 2025, quando Campos Neto será substituído por alguém indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo Galípolo o nome mais cotado.

Publicidade

Para o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, as declarações recentes de Campos Neto e dos diretores do BC não combinam com percepção anterior de que o Copom estava unido na avaliação sobre a condução da política monetária. “Parece que tentaram engrossar o discurso para derrubar o dólar e ficaram assustados com a reação do mercado de colocar alta da Selic na curva de juros”, diz Borsoi. “O comitê parece agora não ter uma mensagem harmônica. Essa mudança é ruim e adiciona mais volatilidade”. No fim da tarde, Galípolo buscou esclarecer falas eventualmente lidas como dovish, afirmando que deu impressão equivocada ao comentar sobre ‘ganhar graus de liberdade’ e reiterou que “o BC não vai hesitar em subir juro se necessário”.

*Com informações do Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Federal Reserve
  • Jerome Powell
  • Juros
  • Moeda
Cotações
17/02/2026 7h45 (delay 15min)
Câmbio
17/02/2026 7h45 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Do samba ao pregão: 5 filmes e 1 série sobre mercado financeiro para maratonar no feriado prolongado

  • 2

    Investidor do Shark Tank que usa IA para tudo diz que a inteligência artificial pode criar o 1º trilionário antes de Elon Musk

  • 3

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 4

    Bill Gates coloca à venda casa de US$ 4,8 milhões ao lado da mansão Xanadu 2.0 em Seattle

  • 5

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Últimas: Tempo Real
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia
Tempo Real
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia

Com liquidez reduzida por feriados na Ásia, ações de tecnologia e indústria lideram as perdas em Tóquio após PIB abaixo do esperado; na contramão, bolsa australiana avança 0,24%

17/02/2026 | 06h25 | Por Redação E-Investidor
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar
Tempo Real
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar

Mercado acompanha dados de trabalho britânicos, confiança de investidores na Alemanha e indicadores de atividade industrial e imobiliária nos Estados Unidos

17/02/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã
Tempo Real
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã

Investidores discutem a possibilidade de a Opep+ retomar a política de aumento da oferta a partir de abril e monitoram negociações sobre acordo nuclear

16/02/2026 | 18h30 | Por Arícia Martins
PIS/Pasep: abono salarial começa a ser pago nesta segunda (16); veja calendário
Tempo Real
PIS/Pasep: abono salarial começa a ser pago nesta segunda (16); veja calendário

Com novas regras em 2026, o limite de renda para receber o benefício deixa de seguir os dois salários mínimos

16/02/2026 | 11h22 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador