As novas declarações do presidente americano, Donald Trump, foram os responsáveis por esse recuo. Na segunda-feira (13), o republicano afirmou que o vice-presidente JD Vance, estava em contato com o Irã e que o país estava disposto a firmar um acordo. Ainda assim, o cenário segue instável e refém dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Os investidores acompanham ainda indicadores econômicos, como a inflação ao produtor (PPI) dos EUA, e falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que podem recalibrar expectativas de política monetária. Dados mais fortes de inflação podem reforçar a perspectiva de juros elevados por mais tempo, enquanto números benignos podem apoiar o apetite por risco.
No Brasil, o real pode encontrar suporte adicional no fluxo externo e na perspectiva de atividade ainda resiliente, com expectativa de crescimento do setor de serviços. A valorização recente, com o dólar abaixo de R$ 5, já antecipa parte desse cenário mais construtivo.
Ao mesmo tempo, investidores monitoram a agenda em Washington, com a participação de Gabriel Galípolo em eventos do FMI, além do ministro da Fazenda, Dario Durigan, o que pode trazer sinalizações importantes sobre inflação, juros e atividade econômica.