Os retornos dos Treasuries oscilam sem direção única, mas mantêm a inversão das taxas de dois e dez anos, o que para alguns analistas do mercado é prenúncio de recessão à frente nos EUA.
No Brasil, as vendas do comércio varejista subiram 0,1% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio menor do que a mediana positiva de 0,9% das estimativas na pesquisa Projeções Broadcast (intervalo de queda de 0,8% a alta de 1,7%). Na comparação com maio de 2021, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram baixa de 0,2% em maio, ante mediana positiva de 2,3% esperada pelo mercado. As vendas do varejo restrito acumularam crescimento 1,8% no ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior. Em 12 meses, houve recuo de 0,4%%.
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 0,2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou colado ao pico das expectativas, de 0,1% (teto de 3,8% e mediana de 1,7%). Na comparação com maio de 2021, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram baixa de 0,7% em maio de 2022, ficando igual ao piso das projeções. O teto indicava alta de 4,7%, com mediana positiva de 2,5%. As vendas do comércio varejista ampliado acumularam alta de 1,0% no ano e aumento de 0,3% em 12 meses.
Às 9h29, o dólar à vista recuava 0,46%, a R$ 5,4148. O dólar agosto caía 0,45%, a R$ 5,4460.