Às 7h20 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones (DJIA) caía 0,07%, enquanto o S&P 200 também registrava queda de 0,21% e o Nasdaq tinha baixa de 0,09%.
Os contratos futuros de petróleo voltaram a ganhar força nas últimas horas, refletindo a cautela dos investidores com os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. A Agência Internacional de Energia (AIE) chegou a propor a maior liberação de reservas estratégicas de petróleo da história, potencialmente superior aos 182 milhões de barris colocados no mercado em 2022, segundo o The Wall Street Journal.
Na véspera, as cotações haviam despencado mais de 11% após relatos de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz. Já às 7h20, o barril do WTI para abril subia 3,71%, a US$ 86,53, na Nymex, enquanto o Brent para maio avançava 3,15%, a US$ 90,56, na ICE.
Treasuries avançam e dólar opera sem direção
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries também avançam levemente, estendendo os ganhos da sessão anterior, enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA e um leilão de US$ 39 bilhões em T-notes de 10 anos. Por volta das 7h20, o juro da T-note de 2 anos subia 3,597%, o da T-note de 10 anos avançava para 4,168% e o do T-bond de 30 anos era negociado a 4,807%.
No câmbio, o dólar operava sem direção única frente a outras moedas fortes. Às 7h20, o euro caía a US$ 1,160 e a libra avançava a US$ 1,343, enquanto o dólar ganhada força diante do iene, a 158,25. Já o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas relevantes, registrava leve alta de 0,16%, aos 98,986 pontos.
* Com informações do Sergio Caldas, da Broadcast