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Emissão de título privado bate recorde entre janeiro a julho; veja detalhes

Entre os setores, a maior demanda por emissão das debêntures incentivadas foi o de energia elétrica

Por Eduardo Puccioni

23/08/2024 | 15:53 Atualização: 23/08/2024 | 15:53

Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

O mercado de crédito privado segue aquecido no Brasil. Enquanto os ministérios não definem as regras para as emissões de debêntures de infraestrutura, as debêntures incentivas (que são títulos privados voltados ao financiamento de projetos de infraestrutura) seguem a todo vapor, registrando recorde para o período de janeiro a julho com R$ 83,6 bilhões emitidos, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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A série histórica da Anbima foi criada em 2012 e o total emitido nos primeiros sete meses de 2024 já é superior ao montante total ofertados ao longo de 2023. Se for considerar apenas o mês de julho, as emissões somaram R$ 19,2 bilhões, se tornando o segundo melhor resultado da série, atrás apenas de junho, quando a captação chegou a R$ 19,6 bilhões.

Cristiano Cury, coordenador da Comissão de Renda Fixa da Anbima, afirmou em nota que as debêntures incentivadas seguem cumprindo seu papel de financiamento de longo prazo para as empresas, ganhando relevância no mercado de capitais. Prova disso, é que o prazo médio das debêntures incentivadas ficou em 12,7 anos, superior ao das debêntures como um todo, com 8,1 anos na mesma base de comparação.

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Entre os setores, a maior demanda por emissão desse tipo de título privado foi o de energia elétrica, com 39,6% das captações de janeiro a julho de 2024. Transporte e logística vem logo em seguida, com 14,7%, seguido por saneamento e petróleo e gás, com 12% e 9%, respectivamente.

Outro recorde atingido pelas debêntures incentivadas foi na negociação do mercado secundário, chegando a R$ 153,7 bilhões no acumulado de 2024 até julho, superior ao montante total negociado em todo o ano de 2023 (R$ 129,1 bilhões). Em julho, o mercado secundário movimentou R$ 33,3 bilhões.

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