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Nível de risco financeiro é o maior fora de crises agudas, avalia FMI

Instituição lembrou que investidores podem reavaliar perspectivas, caso pressões inflacionárias não diminuam

Por Gabriel Bueno da Costa, Estadão Conteúdo

11/10/2022 | 13:26 Atualização: 11/10/2022 | 13:10

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Conselheiro Financeiro e Diretor do Departamento Monetário e de Mercados de Capital do Fundo Monetário Internacional (FMI), Tobias Adrian afirmou nesta terça-feira (11) que o nível de risco financeiro global neste momento é “o maior fora de crises agudas”. A declaração foi feita durante entrevista coletiva, na qual ele foi questionado sobre se as turbulências recentes no mercado do Reino Unido poderiam ser um prenúncio de crises mais disseminadas, inclusive nos Estados Unidos. Ainda para Adrian, o FMI não antecipa que em outros países autoridades tenham de adotar medidas como as atuais do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), para enfrentar problemas de “disfunções” em segmentos de seu mercado de dívida (gilts).

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O FMI realizou a coletiva no lançamento de seu Relatório de Estabilidade Financeira Global, no qual alerta para maiores riscos à estabilidade financeira, além do “aumento notável” dos custos para os países emergentes. Segundo Adrian, existe o risco de que um “aperto desordenado nas condições financeiras possa interagir com vulnerabilidades preexistentes”. Ao mesmo tempo, ele lembrou que investidores podem reavaliar mais suas perspectivas, caso as pressões inflacionárias não diminuam ou a desaceleração econômica se intensifique.

Adrian notou que as condições financeiras continuam a ficar mais “apertadas” globalmente. Em muitas economias avançadas, essas condições já estão apertadas em comparação com padrões históricos, enquanto em alguns mercados emergentes elas atingiram níveis vistos pela última vez no auge da crise da covid-19. O FMI alertou que, em quadro de piora severa, os testes de estresse global mostram que até 29% dos ativos bancários nos mercados emergentes poderia romper os requisitos mínimos de capital. “Nas economias avançadas, a maioria dos bancos estaria mais resistente”, comenta.

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Para Adrian, o ritmo projetado pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em seu aperto monetário é “apropriado”. Também presente, Fabio Natalucci, vice-diretor do Departamento Monetário e de Mercados de Capital, ressaltou a importância de os bancos centrais atuarem de forma “resoluta para conter a inflação”. Ao mesmo tempo, o FMI também mencionou alguns fatores de risco no sistema financeiro não bancário dos EUA, que poderiam se “materializar”.

Natalucci considera, ainda, que o quadro é de maior volatilidade e que os mercados estão mais frágeis, o que eleva os riscos financeiros. Por outro lado, ele lembrou que há instrumentos dos bancos centrais para lidar com disfunções nos mercados. E ressaltou que o BoE tem deixado claro que não almeja um nível para os juros, mas sim enfrentar desordens em partes do mercado de bônus local.

Sobre a América Latina, Adrian lembrou, a partir do caso do México, que alguns países da região começaram a ter elevações de juros antes dos mercados desenvolvidos, com foco na inflação. Para Adriana, o FMI avalia que em muitos países latino-americanos “o aperto tem sido apropriado”, nesse contexto.

Questionado sobre o câmbio, Adrian apontou que em geral houve recuo de outras moedas em relação ao dólar. Na avaliação dele, esse movimento de ajuste em geral tem refletido os fundamentos, sem necessariamente nenhum movimento desordenado no quadro atual.

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