Na noite da última quarta-feira (15), o conselho de administração da Auren aprovou a proposta de fusão com a AES Brasil e uma futura reorganização societária, com unificação das bases acionárias das companhias. A informação foi antecipada pelo Estadão/Broadcast.
Para o banco, a Auren visa reduzir despesas gerais e administrativas (G&A) combinadas em R$ 125 milhões por ano, cerca de 25% do total de custos combinados, o que se traduz em um VPL de cerca de R$ 1,2 bilhão.
Os ganhos se estenderiam também para aprimorar o desempenho do portfólio da AES, aumentando sua disponibilidade atual de 88% para 93-95% com poucos investimentos adicionais, elevando sua margem de comercialização proveniente de uma melhor combinação de portfólio. Também traria ganhos fiscais e na gestão de passivos.
O banco manteve a recomendação de compra para a Auren, com preço-alvo de R$ 14. O potencial de valorização é de 16%, considerando o fechamento do último pregão.