Segundo as organizações, golpistas têm usado indevidamente o nome do FGC, de bancos e de órgãos oficiais para enganar depositantes e investidores, por meio de e-mails e mensagens falsas, sites e aplicativos fraudulentos, pedidos de dados pessoais e cobranças indevidas de taxas.
O FGC e as entidades do setor financeiro brasileiro recomendam cautela, que usuários não forneçam informações por canais não oficiais, não realizem pagamentos para receber garantias e evitem clicar em links desconhecidos. Em caso de dúvida, a orientação é buscar apenas os canais institucionais do FGC ou das financeiras.
As organizações que fazem o alerta juntamente com o FGC são a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a Associação Brasileira de Bancos Internacionais (ABBI), a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Zetta, Associação de Empresas de Tecnologia Financeira.