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Gestora reduz risco nas carteiras diante da expectativa pela eleição nos EUA; veja

Já nos ativos brasileiros, a Ibiúna Investimentos mantém posições defensivas, de olho na questão fiscal

Por Bruna Camargo

05/11/2024 | 18:09 Atualização: 05/11/2024 | 18:09

Mercado financeiro (Foto: Envato Elements)
Mercado financeiro (Foto: Envato Elements)

A estratégia macro da Ibiuna Investimentos reduziu a alocação de risco nas carteiras diante da expectativa pela eleição presidencial dos Estados Unidos, enquanto mantém posições defensivas nos ativos brasileiros, de olho na questão fiscal. A informação consta em sua mais recente carta mensal de gestão.

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“Kamala, Trump e Haddad. O mês de novembro deve ser marcado por momentos de definição para cenários econômicos no exterior e também no Brasil”, destaca a equipe de gestão da Ibiuna, no documento. O primeiro evento relevante é a eleição americana, uma vez que “as plataformas de [Donald] Trump e Kamala [Harris] detêm visões opostas sobre taxação, regulação, imigração e tarifas, entre outros, e seu resultado afetará perspectivas de crescimento, comércio global e inflação nos próximos quatro anos”, descreve a gestora.

A Ibiuna avalia que o movimento pós-eleição provavelmente será “amplificado pelo fato de a eleição não ter um favorito claro segundo pesquisas eleitorais”. “Isso dificulta a alocação de risco em cenários distintos antes do evento, o que levou a uma redução de posições e montagem de hedges (proteções) nos mercados americanos no último mês”, afirma. Por outro lado, uma vez conhecido o presidente eleito dos Estados Unidos, a gestora diz que a alocação de risco na busca de oportunidades associadas ao novo cenário tem “potencial de afetar de maneira relevante a curva de juros, a moeda e as bolsas nos Estados Unidos, com impactos globais”.

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A outra expectativa da Ibiuna é pela apresentação do pacote fiscal pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo a gestora, foi ficando claro desde o início do ano que a estratégia de ajuste baseado no arcabouço fiscal não era suficiente para estabilizar a dívida pública nem no médio prazo.

“A urgência de uma correção de rumos ficou mais relevante diante da constatação de que o forte crescimento da economia, a depreciação cambial acelerada (a despeito da ampliação do diferencial de juros), a desancoragem de expectativas e as pressões inflacionárias subjacentes ameaçam o cumprimento das metas de inflação de 2025 e 2026. Isto levou o Banco Central a dar início em setembro a um ciclo de aperto de juros, impactando também a dinâmica da dívida pública”, descreve a gestora.

De acordo com a Ibiuna, o impacto do ajuste possível deverá ser conhecido em novembro e será “crucial para a definição do cenário econômico no Brasil nos próximos dois anos”. Diante disso, a gestora informa estar atenta a eventuais mudanças de estratégia de ajuste fiscal, mas até lá, segue com posições defensivas nos ativos do País.

Assim, as principais posições da estratégia macro são tomadas (que apostam na alta) em juros nominais no Brasil, assim como compradas em inflação implícita. No exterior, seguem as posições tomadas em juros nos Estados Unidos e, na expectativa pela eleição, houve redução das posições aplicadas (que apostam na queda) em juros de países desenvolvidos e emergentes selecionados. Em moedas, segue a posição vendida (que aposta na queda) no real. Na renda variável, há exposição tática a índices futuros de ações nos Estados Unidos e exposição a ações brasileiras mirando a captura de alfa puro via posições long-short não direcionais. Em commodities, a posição tática comprada em ouro foi mantida.

Resultado em outubro

Em outubro, o Ibiuna Hedge FIC FIM apresentou alta de 0,37%, acumulando valorização de 6,80% nos últimos 12 meses. Segundo a carta, os destaques positivos vieram da posição tomada em juros no Brasil e comprada em dólar. Do lado negativo, o destaque ficou com as posições em juros de países emergentes e desenvolvidos.

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