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Ibovespa hoje fecha em queda com prévia do PIB e tensão comercial EUA-China

Incertezas fiscais e movimento de queda das commodities trouxeram cautela. Veja como o Ibovespa reagiu nesta quinta (16)

Por Camilly Rosaboni e Beatriz Rocha

16/10/2025 | 8:02 Atualização: 16/10/2025 | 17:28

Otimismo moderado precede falas do Fed em dia de IBC-Br e fiscal no foco do Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)
Otimismo moderado precede falas do Fed em dia de IBC-Br e fiscal no foco do Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em queda, depois de ter oscilado para o campo positivo mais cedo. Nesta quinta-feira (16), o principal índice da B3 cedeu 0,28% aos 142.200,02 pontos. O mercado acompanhou o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também chamado de prévia do PIB. No exterior, os desdobramentos da tensão comercial entre EUA e China continuaram no radar.

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O principal índice da B3 recuou junto com os índices de ações em Nova York. No mercado de commodities, o minério de ferro cedeu 0,90% na China, enquanto o petróleo Brent caiu 1,37%. Por aqui, persistiram as incertezas fiscais e relacionadas ao tarifaço, além de ruídos políticos.

Na B3, Petrobras (PETR3;PETR4) enfrentou mais um dia de queda: os papéis ordinários (PETR3) recuaram 0,79% e os preferenciais (PETR4), 1,01%. Os papéis da Vale (VALE3), por sua vez, cederam 0,92%.

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Na agenda, o foco foi o IBC-Br de agosto, que apresentou alta de 0,40%, ficando aquém da mediana positiva de 0,70% das projeções. O resultado, contudo, pode ser insuficiente para colocar em debate cortes da Selic em dezembro deste ano.

Para Alvaro Bandeira, coordenador de Economia da Apimec Brasil, o Ibovespa tem espaço para retomar os 144.500 pontos, mas o lado político segue tenso e ainda há cautela fiscal, citando as projeções de aumento da dívida pública do Brasil pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

As atenções também continuaram voltadas para o diálogo entre Brasil e EUA sobre o tarifaço. O Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se por uma hora na tarde desta quinta-feira com o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington. Às 18h, Vieira falará brevemente com a imprensa, segundo o Itamaraty.

No câmbio, o dólar hoje fechou em baixa ante outras moedas de economias desenvolvidas, estendendo perdas recentes. Em relação ao real, a moeda americana encerrou em queda de 0,35%, a R$ 5,4431 na venda.

Ibovespa hoje: os principais assuntos desta quinta-feira (16)

Bolsas de NY caem com Fed e tarifas comerciais

Os índices de ações em Nova York caíram nesta tarde. Dow Jones recuou 0,65%, S&P 500 cedeu 0,63% e Nasdaq sofreu baixa de 0,47%. Na Europa, as Bolsas fecharam em alta, conforme investidores assimilam o alívio da turbulência política na França e perspectivas de queda de juros nos EUA, após nova rodada de discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

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Em Londres, Lisboa e Paris, as Bolsas fecharam nas máximas do dia: o FTSE 100 subiu 0,12%, aos 9436,09 pontos; o PSI 20 avançou 1,08%, aos 8340,83 pontos e o CAC 40 teve alta de 1,38%, aos 8188,59 pontos. Já em Frankfurt, o DAX teve elevação de 0,38%, a 24272,93 pontos, depois de oscilar perto da estabilidade na sessão. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,12%, a 42374,18 pontos e, em Madri, o Ibex 35 fechou em alta de 0,33%, a 15643,50 pontos.

A tensão comercial entre Estados Unidos e China continuou no foco. Na quarta-feira (15), o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o país está “em uma guerra comercial com a China”.

O ouro atingiu novo recorde e o dólar hoje estendeu perdas recentes em relação a moedas de economias desenvolvidas. Na Ásia, as bolsas fecharam com sinais divergentes, com recorde na Coreia do Sul.

IBC-Br de agosto avança abaixo das projeções

A mediana das estimativas do mercado indica alta de 0,70% do IBC-Br em agosto, após queda de 0,53% em julho. (Foto: Adobe Stock)

O IBC-Br, também chamado de prévia do PIB, subiu 0,40% em agosto, na comparação com julho e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta quinta-feira. No mês anterior, o índice havia cedido 0,52% (revisado, de -0,53%).

O resultado de agosto ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para uma alta de 0,70%. As estimativas do mercado iam de queda de 0,30% a alta de 1,10%.

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Para o economista Leonardo Costa, do ASA, o índice de agosto confirma que a economia segue positiva, mas com ritmo moderado e heterogêneo entre os setores, o que é compatível com um cenário de desaceleração gradual da atividade.

“O resultado do IBC-Br de agosto resume bem o que os demais indicadores de atividade já vinham apontando: uma pequena recuperação da economia doméstica após o recuo observado em julho”, afirma Costa.

As preocupações com o rumo das contas públicas persistem no Brasil

Na quarta-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a decisão que definia o centro da meta fiscal como base para o contingenciamento. Além disso, seguem as incertezas sobre como o governo irá compensar a derrubada da Medida Provisória com alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou algumas propostas na quarta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — entre elas, medidas que já constavam da MP, mas que podem ser reapresentadas na forma de projetos de lei.

As atenções também continuam voltadas para o diálogo entre Brasil e EUA sobre o tarifaço. Agora investidores aguardam as falas do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, sobre a reunião com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, em Washington.

Agenda econômica do dia

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também chamado de prévia do PIB, ganhou destaque no Ibovespa hoje. No exterior, investidores acompanharam comentários de uma série de autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), em meio a expectativas de mais cortes nos juros básicos americanos.

O diretor do Fed, Stephen Miran, afirmou que cortes de juros superiores a 50 pontos-base por decisão monetária devem ser “reservados para emergências”, ao participar de painel da reunião anual do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, em inglês). Por outro lado, o ritmo de redução de 25 pontos-base adotado pelo banco central americano desde que começou o processo de flexibilização monetária “está mais devagar do que deveria”, argumentou Miran.

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A vice-presidente de Supervisão do Fed, Michelle Bowman, não comentou política monetária em discurso preparado para conferência institucional nesta quinta-feira. Em seus comentários, no entanto, Bowman falou sobre o trabalho do banco central para elaborar novas propostas de capital bancário e testes de estresse, que serão disponibilizadas para comentários públicos até o final de outubro.

“Estamos trabalhando para melhorar nossos testes de estresse e diminuir a volatilidade anual nos resultados”, disse, acrescentando que o foco da nova regulação é garantir a “confiabilidade e credibilidade do processo”.

Na agenda econômica local, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou a 0,45% na segunda quadrissemana de outubro, após alta de 0,63% na quadrissemana anterior. Com isso, o índice acumula alta de 3,93% nos últimos 12 meses. As informações foram divulgadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Já o Tesouro fez leilão de Letras do Tesouro Nacional (LTN, títulos prefixados) e de Nota do Tesouro Nacional série F (NTN-F, título de renda fixa).

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Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Maria Regina Silva, Anna Scabello e Silvana Rocha, do Broadcast

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