Em relatório, o analista Daniel Sasson afirma enxergar um fluxo de caixa descontado com alta de 20% e geração de fluxo de caixa livre negativo em 4% em 2025. “Vemos a Usiminas sendo negociada a 3,8 vezes o EV/Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização] para 2025, o que parece relativamente barato em comparação aos níveis históricos. No entanto, a falta de catalisadores de curto prazo, juntamente com o impacto negativo do enfraquecimento do real nos custos da Usiminas nos impedem de ser mais otimistas com as ações”, diz.
A estimativa de Ebitda para 2025 da casa é de R$ 2,3 bilhões, queda de 18% em relação à estimativa anterior, refletindo o impacto negativo de um real mais depreciado nos custos de produção de aço da Usiminas.
“Para o negócio de aço, prevemos um aumento de 43% (anuais) no Ebitda, mas ainda rendendo uma margem Ebitda fraca de 8%. Esperamos que o Ebitda no negócio de mineração da Usiminas diminua em 17% (anualmente) em 2025, principalmente devido aos preços mais baixos do minério de ferro”, escreve Sasson.