O banco diz que Broedel violou políticas internas ao praticar conflito de interesses na contratação de pareceres contábeis entre 2019 e 2024 para um fornecedor com quem é sócio em uma empresa. Em um processo protocolado na Justiça de São Paulo, o Itaú afirma que o ex-CFO recebeu cerca de R$ 4,8 milhões nos últimos cinco anos. Broedel nega as acusações e diz que tomará as medidas judiciais cabíveis.
A expectativa é que a autarquia inicie a investigação a partir desta semana. O Broadcast apurou que a CVM deve, inicialmente, ouvir o banco e pedir acesso a documentos das investigações e do processo que o Itaú abriu. Procurada, a CVM disse que não comenta casos específicos, mas que “acompanha e analisa informações e movimentações envolvendo companhias abertas, tomando as medidas cabíveis, sempre que necessário”.
Vale embrar que o caso pode repercurtir diretamente nas ações do Itaú (ITUB4), listadas na B3 e na Bolsa de Nova York (NYSE).