“O resgate antecipado de debêntures será realizado em 15 de julho de 2025, mediante comunicação prévia aos debenturistas e demais agentes, em atendimento ao disposto na escritura de emissão, com desembolso total de aproximadamente R$ 1,3 bilhão”, informou a Itaúsa.
Para o resgate, serão utilizados os recursos obtidos no aumento de capital, concluído em maio deste ano, que visou reforçar o caixa da companhia e ampliar o nível de liquidez, informou a empresa. “A série que será resgatada possui amortizações iguais em 2029, 2030 e 2031, e custo de CDI+2,0% ao ano. O pré-pagamento permitirá à Itaúsa reduzir o custo médio das suas dívidas de CDI+1,54% para CDI+1,37% ao ano e a dívida bruta em aproximadamente 30%”, disse a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Segundo a companhia, o resgate antecipado faz parte da estratégia de gestão de passivos da Itaúsa (ITSA4), reforçando sua disciplina financeira e perfil conservador, conferindo à companhia, após a conclusão da operação, a diminuição do endividamento bruto, do custo médio da dívida e das despesas financeiras; a redução da concentração de amortização em 2029, 2030 e 2031; e a redução do risco de refinanciamento e preservação dos níveis de liquidez.